Eletroterapia

Eletroterapia: o que é, como funciona?

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A humanidade desenvolveu tratamentos diversos para que pudesse lidar adequadamente com as urgências em cada época. Em alguns momentos, o choque elétrico controlado exibiu capacidades de cura, algo interessante a se notar em ambientes controlados. É por isso que hoje falaremos sobre a eletroterapia como funciona e algumas aplicações específicas.

O que é eletroterapia?

Eletroterapia se trata de um processo terapêutico para reabilitar um paciente usando choques controlados. Por meio dele que muitas patologias podem ser trabalhadas e a reabilitação de alguém se torna possível. O eletroterapeuta se vale de correntes elétricas baixas para ativar determinadas funções no organismo.

A descoberta sobre isso ocorreu, segundo pesquisas, na aplicação de um peixe elétrico em um paciente. O mesmo sofria com gota e as suas dores teriam amenizado com a aplicação da carga elétrica sobre a pele. Com o passar do tempo a técnica se aperfeiçoou e foi refinada para se atingir propósitos específicos.

Tanto que até o próprio Freud utilizava da abordagem em seus atendimentos terapêuticos no final do século XIX. Embora tenha abandonado essa terapia, a mesma não perdeu o seu vigor na passagem do tempo. Tanto que hoje há especificações e cuidados sobre como aplicar e os cuidados envolvidos durante a reabilitação.

Como funciona eletroterapia?

Em geral, a eletroterapia emite impulsos elétricos que interferem na recepção de sinais dolorosos no cérebro. Sem contar no estímulo muscular quando a atividade passa a ser influenciada pelas descargas. Com isso, os tecidos estimulados contribuem diretamente para a formação de endorfina e bloqueia a sensação de dor.

As correntes elétricas provocam contrações contínuas, algo que estimula a atividade a fim de evitar contração muscular. Por conta disso que a recuperação de lesões nos músculos se torna mais rápida de acontecer. O tratamento das patologias depende diretamente da modalidade intensidade e frequência aplicadas.

Objetivos

A eletro-terapia visa, principalmente, a reabilitação do paciente através de uma saúde renovada. Como aberto linhas acima, o uso controlado de pulsos elétricos vai contribuir para a melhora do seu quadro clínico. Nisso, diversas patologias podem ser revisitadas enquanto uma adequação ao tratamento é feita.

Existem várias correntes elétricas onde o uso é considerado mais adequado ao problema em questão. São como frequências que precisam ser alinhadas para que se converse o problema com a solução.

Ainda assim, independente da escolhida, visam tratar o corpo e a mente por meio do estímulo elétrico. Mudanças físicas, fisiológicas e biológicas são facilmente percebidas após o tratamento. O eletroterapeuta tem de avaliar qual carga usar em cada situação para que a cura se desenvolva adequadamente.

Parâmetros

Quanto ao profissional e paciente, ambos devem ser claros quanto as dúvidas e respostas desse trabalho. Há indicações específicas para determinado uso de corrente e o uso dela em terapia. Embora seja eficaz, nem todo mundo pode se valer da eletroterapia, por exemplo, quem possui marcapasso.

No trabalho é levado em conta o local da lesão, sua profundidade a dor, tecido machucado, tamanho da lesão… Etc. Com base nisso o profissional vai decidir qual corrente elétrica é a mais recomendada ali. Feito isso, os parâmetros de ajuste direcionarão as cargas para se atingir uma meta em específico.

O profissional precisa saber com precisão sobre o mecanismo na estimulação elétrica sobre os tecidos. É através disso que saberá o processo mais seguro e eficaz para que trate o seu paciente.

Benefícios

As ações da eletroterapia costumam ser muito benéficas aos pacientes, trabalhando suas enfermidades com eficácia. Como não se trata de um tratamento invasivo, não oferta riscos quanto à piora do problema em questão, bem como não causa dependência. Além disso, na prática, proporciona:

  • Relaxamento muscular;
  • Controle efetivo da dor;
  • Recuo/diminuição dos edemas;
  • Aceleração da cura de tecidos, proporcionando uma regeneração mais completa;
  • Contraturas musculares em diminuição;
  • Contribui ao desempenho muscular, já que auxilia na sua recuperação;
  • Fortalece a cicatrização dos ossos fraturados entre outros.
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Eletroterapia em estética

A eletroterapia tem sido uma aliada frequente a quem busca renovar a autoestima e cuidar da aparência. Os impulsos de baixa intensidade contribuem positivamente para regular algumas funções vitais do corpo. Por exemplo, consegue quebrar a gordura localizada, fazendo com que o corpo possa eliminá-la com facilidade.

Sem contar na circulação melhorada, oxigenação da pele, metabolismo, regulagem do colágeno, equilíbrio… Note que mesmo os fatores mais simples conseguem comprometer o fluxo comum do nosso corpo. A aparência é um dos primeiros sinais de que algo está errado.

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Tanto no rosto como no corpo a aplicação traz resultados desejados e com rapidez, dependendo da demanda. Por meio do aparelho de eletroterapia imagine acabar com rugas, flacidez, estrias celulite, linhas de expressão. O eletroterapeuta precisa ser formado e especializado em dermato funcional para se realizar esse procedimento.

Qual procedimento escolher?

Como dito linhas acima, a eletroterapia funciona de maneira específica a um determinado problema para seu adequado tratamento. Nisso, a apresentação dela pode se variar conforme a necessidade e aplicação necessária. Desse modo, podemos nos valer da:

TENS: Terapia por Estimulação Nervosa transcutânea

Indicada para a dor, emite correntes elétricas sobre a pele para aliviar a percepção da dor. Pode nos estimular, despolarizar as fibras nervosas e até nos excitar.

Ondas curtas

Os tecidos moles do corpo podem ser aquecidos por meio de energia eletromagnética de onda curta. Além de diminuir a rigidez dos músculos, aumenta o colágeno, regeneração e trabalha dores e espasmos.

Ultrassom

Mesmo que não possamos ouvir essas frequências, elas conseguem atingir o nosso corpo enquanto usa energia acústica. Para quem tem fraturas, feridas ou patologias em tecidos moles, essa é bem indicada.

Corrente interferencial

Para quer busca analgésico e melhora muscular, essa carga de baixa amplitude e frequência cruza frequências energéticas para propor alívio.

Corrente russa

Direcionada para o desempenho muscular, constrói trens de ciclos elétricos que distribuem uma corrente alternada de 2.500 ciclos por segundo.

Laser

O laser é bem aplicado para diminuir inflamações, reconstrução de tecido machucado e para anestesiar. As ondas eletromagnéticas composta de fótons cria uma luz concentrada em feixe para de interferir beneficamente em determinado.

Considerações finais sobre eletroterapia

A eletroterapia faz um uso bem direcionado de cargas elétricas, demonstrando uma aplicação variada quanto as doenças. Por meio disso podemos fazer o aprimoramento de nossa recuperação, de modo a trabalhar adequadamente cada pendência. Felizmente, as restrições são muito específicas e muitas pessoas se beneficiam desse processo.

Já que não é algo invasivo, não se corre risco de viciar ou ficar dependente. Assim se pode utilizá-la quantas vezes forem necessárias, de modo a reforçar os anhos obtidos inicialmente. Mesmo assim, consulte o profissional com a devida formação e capacidade para se ter certeza da segurança sobre o tratamento.

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