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Fobia: o que é, lista das 40 fobias mais comuns

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Certamente você tem medo de algo, independente das causas que originaram esse temor. Já que esse medo pode atrapalhar as nossas vidas, nada mais justo do que um espaço para consultar informações úteis a respeito. Por isso que, além de nós explicarmos melhor o significado de fobia, trazemos uma lista com as 40 mais conhecidas.

Índice de Conteúdos

O que é fobia?

Primeiramente, a fobia se trata de um medo irracional e persistente que uma pessoa tem em relação a alguma coisa ou alguém. Mesmo que a razão desse medo não represente perigo verdadeiro, o nível de ansiedade do fóbico é altíssimo. Embora sejam consideradas um transtorno independente, as fobias podem surgir também como sintomas de outros problemas de saúde mental.

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O medo é uma reação natural da humanidade, servindo até como meio de sobrevivência por nos afastar do perigo. Contudo, a fobia cria uma carga de ansiedade no indivíduo, prejudicando a sua rotina com um medo incoerente do mundo.

Quais são as fobias mais comuns?

A princípio, as fobias mais comuns podem até causar estranhamento para as pessoas que não possuem nenhum medo ansioso. Independente disso, nós reunimos uma lista de fobias com as mais conhecidas entre o público.

1. Aracnofobia – medo de aranhas.

2. Claustrofobia – medo de espaços pequenos, como quartos trancados ou elevadores.

3. Cronofobia – medo do futuro e do desconhecido que ele representa.

4. Nosocomefobia – medo de hospitais.

5. Pogonofobia – medo de homens barbados ou de barbas.

6. Tanatofobia – medo da morte ou algo relacionado a ela.

7. Tecnofobia – medo da tecnologia ou aparelhos eletrônicos.

8. Gerascofobia – medo de envelhecer.

9. Tripanofobia – medo de agulhas.

10. Tripofobia – medo de buracos juntos ou padrões irregulares agrupado.

11. Equinofobia – medo de cavalos.

12. Pediofobia – medo de bonecas, algo bastante popularizado por filmes de terror.

13. Zoofobia – medo de animais, sejam eles inofensivos ou não.

14. Amaxofobia – medo de dirigir em qualquer situação.

15. Enoclofobia – medo de multidões, impossibilitando exposição ao público.

16. Iatrofobia – medo de médicos, adiando visitas necessárias para monitorar a saúde.

17. Antropofobia – medo das pessoas.

18. Glossofobia – medo de falar em público, sendo incapaz de realizar discursos.

19. Xenofobia – medo do que é estrangeiro ou desconhecido.

20. Entomofobia – medo de insetos.

21. Nictofobia – medo da escuridão que, embora seja comum nas crianças, atinge os adultos também.

22. Hemofobia – medo de sangue. Mesmo a visão de sangue pode causar desmaios.

23. Sechalofobia – medo de tubarões, seja no mar ou em piscinas.

24. Cinofobia – medo de cães de qualquer espécie.

25. Anatidaefobia – medo de patos.

26. Apifobia – medo de abelhas ou de ser picado por elas.

27. Aerofobia – medo de voar.

28. Gefirofobia – medo de passar sobre pontes, principalmente dirigindo, pois tem medo de que vá cair.

29. Gerascofobia – medo de envelhecer.

30. Fasmofobia – medo de fantasmas.

31. Acrofobia – medo de ficar em lugares elevados, como topos de prédios, precipícios e até árvores.

32. Catoptrofobia – medo de espelhos com medo de que possa ver algo assustador no reflexo.

33. Pirofobia – medo de fogo.

34. Ergofobia – medo de trabalho por causa de uma ansiedade social ou medo de não desempenhar as atividades corretamente.

35. Numerofobia – medo de números e cálculos.

36. Escolecifobia – medo de vermes.

37. Tafofobia – medo de ser enterrado vivo por engano.

38. Coasterphobia – medo de montanhas-russas.

39. Coulrofobia – medo de palhaços, especialmente por desconhecer quem está atrás da maquiagem.

40. Ofidiofobia – medo de cobras.

Causas

Agora, os pesquisadores não podem afirmar com precisão as causas do surgimento de uma fobia. Todavia, é levado em consideração que fatores genéticos facilitam a um indivíduo desenvolver o medo mórbido a algo.

Ainda assim, estudiosos apontam com mais segurança que os traumas de uma pessoa podem desencadear o seu problema. Questões mal resolvidas do passado de alguém são capazes de gerar um gatilho poderoso e desenvolver um medo. Por exemplo, uma cultura na qual uma pessoa foi inserida, ainda jovem, pode influenciar no surgimento de fobias posteriormente.


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Sintomas de fobia

Antes de mais nada, é preciso deixar claro que algumas fobias provocam sintomas específicos no indivíduo. Portanto, em linhas gerais, todas as fobias partilham de algumas características semelhantes, como:

  • terror incontrolável em relação ao estímulo do medo, ainda que não haja perigo real;
  • incapacidade de controlar o seu medo, mesmo que tenha consciência do exagero a respeito dele;
  • cotidiano com limitações por causa do seu medo irracional;
  • sudorese, problemas para respirar, mudança nos batimentos cardíacos, ansiedade, etc;
  • sensação de que o medo deva ser evitado, independente do custo disso;
  • a participação da ajuda médica.

Caso você ou algum conhecido esteja passando dificuldades com alguma fobia, é preciso buscar ajuda médica para se cuidar. Durante as consultas com um psiquiatra é possível descobrir as fontes desse medo e tratá-lo na raiz.

Entretanto, muitas pessoas cometem o equívoco de acreditar que podem lidar com esse medo sozinhas, o que não é verdade. A partir do momento em que a sua qualidade de vida é comprometida, você deve buscar apoio externo. Se não fizer essa escolha, suas relações, estudos e trabalho podem ser profundamente prejudicados.

Diagnóstico de fobia

Atualmente, os médicos não elaboraram um exame capaz de diagnosticar as fobias, sendo a entrevista alternativa útil. Por ser uma entrevista minuciosa, existem critérios rígidos para o indivíduo se encaixar no quadro da fobia.

Nesse sentido, os psiquiatras utilizam o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais para avaliar tal condição. Os critérios de diagnósticos podem mudar bastante dependendo da fobia em questão.

Tratamento para a fobia

Antes de mais nada, o tratamento da fobia é aplicado com o intuito de diminuir o medo e a ansiedade provocados pelo medo. Por meio disso, o paciente controlará melhor as suas reações psíquicas e físicas de modo mais saudável. A medida que o tempo passa, o indivíduo aprende a mudar o seu comportamento diante do medo sentido.

Além disso, os medicamentos servem como inibidores que abrandam os sintomas que a pessoa possa manifestar. Por exemplo, sedativos ou antidepressivos costumam ser usados para acalmar o paciente e evitar suas crises. Já que a medicação poderá ser recomendada em algum momento, apenas um psiquiatra está capacitado para fazer essa indicação.

Em alguns casos, a combinação dessas duas técnicas pode ser a única alternativa de tratamento do paciente. Há casos em que é necessário uma atenção e cuidados maiores para o indivíduo superar o seu medo constante. Nos mais graves, internação para ele evitar riscos à própria saúde.

Considerações finais sobre fobia

Em síntese, apesar de ser um medo infundado a respeito de alguém ou do desconhecido, a fobia, certamente, é um distúrbio incapacitante. Uma pessoa pode acreditar que o mundo externo é o seu maior inimigo e quer machucá-la. Porém, dependendo do seu medo, a pessoa não se sente segura nem quando está sozinha.

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    Afinal, é preciso haver um trabalho em conjunto, paciente e médico, para que o problema seja superado. Com passos lentos um fóbico pode recuperar a sua liberdade com estabilidade emocional para viver melhor. Basta não se render aos seus temores e se permitir uma segunda chance de ser feliz.

    Por fim, você sabia que o nosso curso online é uma ferramenta bastante eficaz contra a fobia? Através das aulas, você pode se capacitar para aprimorar o seu autoconhecimento e desenvolver completamente o seu potencial interno. Dessa forma, não perca a chance de ter mais autonomia em suas escolhas e na maneira de enxergar o mundo sem medo de nada.

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