divórcio dos pais na infância

Divórcio dos pais na infância: efeitos na vida adulta

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Neste trabalho sobre o divórcio dos pais na infância desenvolvi uma pesquisa que tem como objetivo compreender o desenvolvimento psíquico de crianças durante um processo de divórcio e as consequências, efeitos e impactos na vida adulta.

Esta abordagem é relevante no sentido que se pode levar muitas pessoas a pensar nessas questões como algo a ser ponderado ainda na infância, para que os efeitos na vida adulta sejam os mais brandos possíveis.

Como hipótese, partimos do princípio que com o divórcio dos pais a criança irá vivenciar sentimento de abandono, culpa, fantasias de reconciliação dos pais, agressividade, passam por reorganização edípica e muitas vezes podem ser colocadas pelos pais em uma posição a qual não podem suprir a demanda, causando dor e sofrimento em excesso.

O divórcio dos pais na infância

Considerando os pressupostos sobre as consequências do divórcio na vida das crianças, este trabalho tem como objetivos, a ampliação do entendimento sobre as reações comportamentais, emocionais e psicológicas, que são produzidas pela criança quando se depara com o fim do relacionamento dos pais e suas consequências na vida adulta. Sabe-se que a criança não possui maturidade suficiente para compreender um acontecimento como esse, não sendo raro que ela se aproprie do sentimento de culpa pelo fim do relacionamento dos pais. Na primeira parte do trabalho, abordaremos a infância na visão psicanalítica de Freud e Winnicott como informação de como a criança passa pelas fases no início da sua vida.

Na segunda parte, iremos apresentar um homem adulto e suas lembranças de infância para estudo de caso. Segundo Barreto: “Embora o divórcio possa ser a melhor solução para um relacionamento familiar destruído e para oferecer à criança a saída de um ambiente de estresse, bem como a oportunidade para o crescimento pessoal, a maioria das crianças experimenta a transição do divórcio como dolorosa.

Mesmo as crianças que mais tarde estarão aptas a reconhecer que a separação teve resultados construtivos, inicialmente terão suportado um considerável sofrimento com o rompimento da família. As primeiras respostas mais comuns das crianças ao divórcio são a raiva, o medo, a depressão e a culpa que persistem em geral até por volta de um ano após a separação é quando começa a emergir a redução da tensão e uma crescente ponderância de bem-estar”. (BARRETO, 2013, pg.39).

A infância segundo Sigmund Freud

Para chegar nos objetivos, a metodologia utilizada foi de pesquisa e entrevista de um indivíduo para estudo de caso e a sondagens de informações nas referências teóricas já publicadas por meios escritos e eletrônicos. É uma pesquisa exploratória uma vez que este tipo de pesquisa tem como objetivo garantir maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais notórios ou levantar possibilidades.

Apesar de não terem ainda uma perspectiva muito clara quanto às consequências do divórcio para a família baseadas na teoria freudiana, as produções científicas do período de 1900 a 1960 enfatizavam a importância da participação ativa de ambos os cônjuges na criação dos filhos (MOTTA; SILVA; CASTRO, 2010). Falar sobre a psicanálise da criança regressa ao tema da sexualidade infantil no seu sentido mais amplo, sendo crucial considerar como parte do desenvolvimento psíquico as fases do desenvolvimento psicossexual, complexo de Édipo, as fixações libidinais e as questões narcísicas.

Em “Três ensaios sobre a teoria da sexualidade”, Freud apresenta que a primeira fase desse desenvolvimento psicossexual é a oral. Esta ocorre em torno do nascimento até o primeiro ano de vida tendo na boca a zona erógena principal. Durante o estágio oral, a principal interação do lactente ocorre através da boca, de modo que o reflexo de sucção é muito importante. A boca é essencial para a nutrição, e para o prazer na estimulação oral por meio de práticas como degustar e chupar.

O divórcio dos pais na infância e o desmame

O fim do estágio se dá através do desmame, quando a criança torna-se mais independente de sua mãe. Ocorrendo a fixação nesta fase, Freud considerava que a criança teria problemas com a bebida, comer, fumar ou roer as unhas. Após a fase oral, começa o estágio anal. O que ocorre no período de um a três anos tendo como zona erógena é as entranhas e o domínio da bexiga, isto é, a atenção da libido está no controle da bexiga e das evacuações. De acordo com Freud, o triunfo nesta fase é vinculado à forma como os pais encaminham esse processo.

Os responsáveis que contribuem positivamente quando a criança usa o banheiro, estimulam resultados positivos, fazendo-a se sentir capaz. Freud supunha que experiências positivas neste estágio fazem as pessoas tornarem-se adultos competentes, produtivos e criativos. Contudo, quando ocorre algo negativo nesse processo ou uma abordagem mais branda provocando assim efeitos negativos, Freud levanta a hipótese que poderia se desenvolver um indivíduo com uma personalidade confusa ou destrutiva.

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Com uma abordagem mais rigorosa, Freud acreditava que se desenvolveria no indivíduo uma personalidade mais rigorosa, ordenada, rude e obsessiva. A fase fálica ocorre entre os três e seis anos, tem como foco os genitais e com essa idade as crianças descobrem a diferença dos corpos dos meninos e das meninas e então surge inicia-se o complexo de Édipo. Para Freud, no menino o complexo de Édipo evolui no momento em que o menino tem a tendência de querer a posse da . Nesse momento a relação com o pai é de identificação.

Impulsos psíquicos

Segundo Freud (1900, p. 261), durante a infância, “apaixonar-se por um dos pais e odiar o outro figuram entre os componentes essenciais do acervo de impulsos psíquicos que se formam nessa época”. No entanto, “se a satisfação de amor no campo do complexo de Édipo deve custar à criança o pênis, está fadado a surgir um conflito entre seu interesse narcísico nessa parte de seu corpo e a caquexia libidinal de seus objetos parentais. Nesse conflito, triunfa normalmente a primeira dessas formas: o ego da criança volta as costas ao complexo de Édipo” (FREUD, 1924).

Na fase fálica, que ocorre ao mesmo tempo do complexo de Édipo, os órgãos genitais assumem o papel principal e o menino passa a fazer a manipulação, quando descobrem que os adultos reprovam esse comportamento, ocorre então a castração. O rompimento do complexo de Édipo é determinado pela ameaça da castração. É então nesse momento que as fantasias com a mãe devem ser abandonadas, sendo preenchida com a identificação com a mãe ou o aumento de sua identificação com o pai.

Nessa fase inicial da criança a separação dos pais, pode ocorrer uma perda das ligações construídas. Conforme, Martínez e Matioli (2012), o divórcio em um primeiro momento tem como característica a dissolução do vínculo pela separação, provocando o desligamento da sexualidade até então organizada pela cumplicidade do casal. Nessas circunstâncias, os filhos são convocados a dar conta desse excesso pulsional que se apresenta como um enigma e demanda um desvendamento e uma nova organização sexual.

A infância segundo Winnicott

Winnicott afirma que desde o nascimento o desenvolvimento emocional está ocorrendo a partir de uma tendência inata ao desenvolvimento que corresponde ao crescimento do corpo e ao desenvolvimento gradual de certas funções. A grande mudança que se testemunha no primeiro ano de vida refere-se à aquisição da independência. Essa é adquirida pela via da dependência, contudo, é ressaltado que a dependência realiza-se a partir de uma dupla dependência uma vez que nos primórdios existe uma dependência absoluta em relação ao ambiente físico e emocional inconsciente.

Gradualmente, a criança adquire consciência acerca dessa circunstância e, “por consequência, adquire a capacidade de fazer saber ao ambiente quando necessita de atenção” (WINNICOTT, 1965). Com um ano, as crianças já são encaradas como indivíduos, ou seja, têm a sua personalidade. Nessa hora a criança se constitui de fases, de flexibilidade e absorções. Assim, a criança inclina-se a perceber seu corpo e suas características e só depois e observa-se as características psicológicas.

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    Com um ano, a criança já terá desenvolvido de modo claro os elementos de uma mente. Em algum momento da segunda metade do primeiro ano de vida da criança normal, essa começa a demonstrar certa capacidade de se preocupar, certa habilidade de ter sentimento de culpa. Trata-se aqui de um estado de coisas altamente complexo que depende da integração da personalidade infantil numa unidade e está vinculado à aceitação, por parte da criança, da responsabilidade por toda a fantasia sobre o que pertence ao momento instintivo (WINNICOTT, 1965).

    Mãe boa e o divórcio dos pais na infância

    Só através da mãe suficientemente boa a criança inicia um processo de desenvolvimento pessoal e real. Se a mãe não for boa o suficiente a criança não consegue formar-se plenamente podendo influenciar a sua autoestima, por isso a importância da mãe nos primeiros estágios da vida da criança, com uma rotina adequada de cuidados e proteção. No contexto do divórcio nessa primeira infância pode-se então surgir o sentimento de culpa por parte da criança.

    O sentimento de culpa persiste reprimido quando a reparação é insatisfatória, podendo vir à tona o que foi destruído nas fases que se seguem. Assim, na circunstância de divórcio, pode-se compreender que as crianças mais jovens sofrem mais com a separação dos pais dando credito a si mesmas pelo acontecimento.

    Estudo de caso sobre divórcio dos pais na infância

    Homem, 38 anos, casado, pai, desempregado. Buscou análise, devido a perder a esposa pedi o divórcio. Pois estava afundado na pornografia e no prazer de mentir. Em analise o mesmo alega que ama a esposa e que não procura outras mulheres por falta de sexo ou atenção, que não entende o motivo de procurar conquistar outras mulheres, a pornografia e a mentira desenfreada.

    Quando questionado sobre a infância revela que, entre quatro a seis anos a mãe o levava junto para encontrar-se com outros homens mesmo ainda estando casada com o seu pai, levava durante a madrugada para bailes do forró, onde passava a noite encostado-se a uma mesa olhando a mãe se esfregar em vários homens (conforme suas próprias palavras). Os homens a quem a mãe encontrava sempre davam presentes e os dois o persuadiram a não contar nada para o pai.

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    Mas o inevitável aconteceu, os pais se divorciaram e então passou a morar com a mãe, o padrasto, 3 filhos jovens e mais 2 crianças e a partir de então passou a viver os piores dias da sua vida. Tendo que crescer sendo abusado sexualmente pelos filhos mais velhos do padrasto, sendo obrigado a faltar à escola para passar tempo consumindo pornografia. Faltava muito à escola e por isso aprendeu a ler tardiamente. O que mais se lembra do seu pai é vê-lo afogando as mágoa na bebida, e ele ainda criança precisava buscá-lo em bares ou caído pela rua. Não se recorda de receber afeto de ambos e que não se sentia inserido nesse contexto familiar a qual passou a viver.

    Consequência na vida adulta

    Na vida adulta o indivíduo já casado e construindo uma família, tinha uma obsessão compulsiva pela mentira, mesmo sem precisar, sentia a necessidade de sempre esconder algo, mesmo que não precisasse mentir ou esconder, mesmo que não tivesse consequências desses atos, sentia prazer nessas ações. Passou a consumir pornografia com muita frequência e a seduzir varias mulheres, não chegava nunca ao ato sexual, o que lhe interessava era apenas a conquista, quando isso acontecia, a mulher já era descartada.

    Sentia uma dor emocional tão grande que passou a se imaginar sendo outra pessoa para não pensar no que havia vivido. Era extremamente dependente da esposa, possuía o sentimento acentuado de desamparo, medos exagerados do abandono por parte dessas quando descobria seus comportamentos e falava de em deixá-lo o que o levava ao comportamento de submissão e apego. O paciente procurou ajuda para amenizar o sofrimento e os efeitos negativos de comportamentos indesejáveis.

    Tendo como referência o complexo de Édipo mal resolvido que produziu uma configuração potencialmente prejudicial a sua constituição psíquica, prejudicando o seu amadurecimento psicológico, sexual e emocional, não ter uma identidade definida e dificuldades de alcançar seus objetivos na vida.

    O divórcio dos pais na infância e a sexualidade humana

    Para Freud a sexualidade humana está ligada diretamente ao princípio do prazer, desde o nascimento do indivíduo e por toda sua vida, e assim ele explica que muitos problemas da mente humana estão conectados à libido e ao recalcamento, e traumas principalmente na infância. Isso fortalece que todas as pessoas estão sujeitas a ter algum conflito aflorando. Conforme a complexidade dos recalques, e da forma com o indivíduo lida com as suas questões, pode ocorrer um transtorno de personalidades múltiplas ou transtorno dissociativo (dois ou mais estados de personalidade) como um mecanismo de defesa com a intenção de fugir de alguma situação de estresse ou de algum trauma.

    Contudo através da psicoterapia o analista induz o paciente a reconhecer os seus problemas, a ter consciência de como as suas atitudes estão afetando a sua vida e isso é vital para encontrar força de vontade e superá-los. Os Efeitos Do Divórcio que não devem ser ignorados nas crianças para não se ter consequências na vida adulta. Os problemas comportamentais nas crianças é um sinal comum de que a criança não está sabendo lidar com a situação do divórcio dos pais. No início é importante perceber os problemas sociais, emocionais, físicos e cognitivos que mais estão afetando, para então buscar ajuda o mais rápido possível.

    As reações dos filhos variam muito, pode ser que em um divórcio conturbado a criança pareça não se afetar, e pode ocorrer de uma criança ficar traumatizada mesmo em um divórcio calmo e amigável. O que não se pode negar é que o divórcio é uma realidade e por isso precisa-se que estejam cientes do quanto pode impactar a vida adulta daquela criança que passou por esse momento difícil na infância.

    Causa e comportamento

    Cada criança é diferente, mesmo na família com dois ou mais filhos, cada um irá reagir de uma forma diferente e para os pais precisam se preparar, buscar informações sobre os efeitos do divórcio no desenvolvimento psíquico da criança principalmente na primeira infância e assim, buscar ajuda o quanto antes para passar por esse processo. As crianças não pensam sensatamente como os adultos, isso significa que, com o divórcio, algumas crianças podem pensar que é culpa delas, ou que o seu comportamento foi a causa e que se esforçarem mais, seus pais voltarão a ficarem juntos.

    É de extrema importância que os envolvidos conversem e que os façam entender que a culpa não é deles e para isso precisa-se de um plano para essa conversa para que as crianças processem com segurança suas emoções à medida que ocorre o processo e essa conversa deve acontecer o quanto antes, assim que os pais ficarem de acordo de avançar com o processo de divórcio, pois essas coisas se percebem e as crianças tendem ficar angustiada.

    Um dos sentimentos mais comum no divórcio para as crianças é a tristeza e essa tristeza pode levar a depressão e os primeiros sinais não podem ser ignorados e precisa ser identificado o quanto antes para que possa buscar ajuda de um profissional. Os sinais podem incluir desinteresse nas atividades diárias, insônia ou excesso de sono, problemas no rendimento escolar, entre outros.

    Outros sinais

    Algumas crianças podem sentir alívio com a separação dos pais devido ao nível elevado de conflito emocional e essas crianças que conviveram com intensos conflitos sentem esse alívio porque entendem que os conflitos irão acabar. Essas misturas de emoções os fazem sentir tristes e aliviados ao mesmo tempo e fazem com que vivencie esse sentimento por algum tempo.

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    Algo que também amedronta as crianças no divórcio é a incerteza quanto ao seu futuro e a raiva também aparece devido às mudanças e os ajustes quanto às possibilidades de uma nova casa ou uma nova escola. É extremamente normal que as crianças passem por essas emoções, o que não é normal e precisa de uma atenção especial é quando a criança apresenta complicações comportamentais que influenciam a vida diária.

    Em qualquer idade as crianças são afetadas pelo divórcio e até mesmo na idade adulta os filhos também podem ser afetados e isso significa que não se pode pensar que tem uma idade certa para que a criança não seja afetada pelo divórcio. Grandes mudanças na rotina de uma criança em qualquer idade podem causar angustias.

    Sinais que a criança não está lidando bem com o divórcio dos pais

    O comportamento “problemático” é a primeira mudança que normalmente ocorre com as crianças e esse comportamento pode piorar à medida que não consiga expressar em palavras as suas emoções. Nesse momento a ajuda de um profissional é essencial.

    Alguns problemas comportamentais mais comuns são: Regressão, comportamento carente, acessos de raiva, cria problemas na escola, briga com outras crianças, problemas com a alimentação, problemas de sono, comportamento de risco, diminuição do desempenho escolar, pensamentos suicidas, automutilação e questões somáticas.

    Conclusão

    Conclui-se que o divórcio dos pais na infância para Freud a vida emocional do ser humano tem vínculos com a infância e os pais determinam influências tanto benéficas como maléficas na vida emocional dos seus filhos. Já Winnicott analisa se é possível que alguém consiga chegar à maturidade fora do contexto familiar, já que é na relação familiar que se dá o suporte afetivo para o desenvolvimento da criança. Observou-se a importância dos pais cuidarem das próprias emoções para estarem bem ara cuidar do desenvolvimento emocional da criança durante esse período conturbado do divórcio.

    Entende que a família é a primeira grupo a qual a criança pertence e onde constitui as primeiras relações, sendo assim, após a separação é imprescindível que os pais continuem presente participando da rotina e atividades da criança, pois a sua saúde mental vai depender da forma como ela vive, da relação com o ambiente em que ela vive e é a família que ira fazer o papel de proteção no seu desenvolvimento.

    Observa-se no divórcio dos pais na infância que mesmo com o aumento do divórcio cada dia mais eminente, esse assunto é pouco abordado, por isso, se faz necessário estudar as consequências do divórcio no desenvolvimento emocional da criança com a finalidade de averiguar se a as famílias tem noção dessas consequências e se tem favorecido de forma saudável o desenvolvimento psíquico e o bem estar das crianças nesse período conturbado e assim, oferecer o suporte necessário com a ajuda de um profissional. Enfim, é essencial criar estudos a respeito do tema referido, para que assim, possa amenizar as consequências do sofrimento psíquico vivenciadas pela criança no divórcio dos pais em seu ambiente social, familiar e escolar.

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    Este artigo sobre o tema do Divórcio dos pais na infância e as consequências na vida adulta foi escrito por Alcione Belarmino Felício ([email protected]), concluinte do Curso de Formação Psicanálise Clínica.

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