Esquizofrenia: tipos, fases, sintomas, tratamentos

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Este artigo será um guia completo sobre esquizofrenia, em que vamos debater os tipos, as fases, os sintomas e os tratamentos para a esquizofrenia. Teremos, portanto, a oportunidade de sabermos mais sobre:

  • O que é a Esquizofrenia
  • Os sintomas de Esquizofrenia
  • Tipos de Esquizofrenia
  • Tratamentos para Esquizofrenia

Ou seja, os seus conceitos, tipos de esquizofrenia , fases e os seus impactos na vida dos pacientes portadores da doença.

É importante saber que que a abordagem sobre a Esquizofrenia traz esclarecimento da população. Isso porque,  muitas vezes, pessoas muito próximas a nós, apresentam sintomas da Esquizofrenia. E sem o conhecimento, podemos atribuir à pessoa um rotulo que não condiz com a verdadeira doença mental. Apenas com conhecimento podemos ajudar ou orientar as pessoas.

Na 1 ª parte desse material, abordaremos características e considerações gerais da doença.

Na 2 ª parte, focaremos nos tipos de esquizofrenia, sintomas da esquizofrenia e tratamentos para a esquizofrenia.

Na 3 ª parte, por fim, a estrutura de um cérebro doente e formas de como orientar pessoas com a Esquizofrenia.

Para isso foram empregadas metodologias de  pesquisa bibliográfica e casos da doença na minha própria família .

Parte 1 – Características gerais da Esquizofrenia

O termo Esquizofrenia foi criado por E. Bleuler em 1.911, para denominar um grupo de psicoses em três formas que se tornaram clássicas:

O  sintoma fundamental da doença é a dissociação, o que não significa uma “dupla personalidade” como muitos pensam devido ao significado da sua tradução: Esquizo = fragmentada ou partida e Frenia = mente.

Importante saber também que segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), a doença tem predominância no sexo masculino e nem sempre é diagnosticada no seu início. Alguns sintomas precoces podem aparecer meses ou anos antes de outros sintomas se  manifestar.

Tanto que, em alguns dos casos, esses sintomas da esquizofrenia são confundidos com depressão ou outros tipos de transtornos de semelhantes ao da Esquizofrenia. A Esquizofrenia não é tão comum como outros transtornos mentais, porém os sintomas podem ser incapacitantes.

O paciente pode ter delírios e alucinações e para fazer uma melhor abordagem no paciente, o médico de certa forma, precisa “entrar no mundo do esquizofrênico”,  para poder fazer um melhor diagnóstico terapêutico.

Esquizofrenia em gêmeos

Estudos com gêmeos monozigóticos apresentam taxa de concordância de 50% em sintomas da esquizofrenia, o que significa que a doença em si, carrega fatores biológicos genéticos e os ambientais. Ainda sugere-se a influência genética é prevalente à influência ambiental (psicológica ou biológica), como pode ser visto a seguir .

Sazonalidade climática X Esquizofrenia

Estudos da doença e dados de pesquisa têm mostrado que pessoas com Esquizofrenia têm maior probabilidade de terem nascido no inverno e início da primavera. E menor probabilidade de terem nascido no final da primavera e verão.

No hemisfério Sul,  nascem nos meses de julho a setembro e no hemisfério Norte, de janeiro a abril. Incompreensível também é o fato de a doença apresentar em algumas regiões, um número muito desproporcional da doença.

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Desafios da Esquizofrenia para a Psicanálise

O tema da esquizofrenia é carregado de desafios para a psicanálise, se diversifica em formas que distinguem as características:

  • incoerência do pensamento, da ação e afetividade;
  • discordância, dissociação, desagregação: afasta-se da realidade e se entrega a uma vida interior com produções fantasiadas, como um autista, com atividades sempre mal sistematizadas.
  • deterioração intelectual: o caráter da doença se evolui com diversos ritmos para uma “deterioração” intelectual e afetiva. Isso resulta em estados de feição demencial, que é um traço muito importante para o diagnóstico da maioria dos psiquiatras, para a Esquizofrenia.

Esquizofrenia, idade e sexo

A Esquizofrenia geralmente atinge as pessoas no final da adolescência ou no início da fase adulta, deixando a pessoa incapaz de ter uma vida normal. Embora na maioria das vezes os sintomas da esquizofrenia aparecem no começo da idade adulta, podem também começar mais tardiamente, principalmente em mulheres.

Segundo o The Global Burden of Disease, a Esquizofrenia está entre as 10 principais causas na faixa dos 15 aos 44 anos. O neurotransmissor da dopamina e também o glutamato, estão relacionados com o desenvolvimento da Esquizofrenia.

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Parte 2 – Esquizofrenia: Tipos, Sintomas e Tratamentos

A história natural da esquizofrenia é dividida em fases:

  1. Fase pré-mórbida: caracterizada pela baixa sociabilidade, a pessoa prefere atividades solitárias ou possui ansiedade social e alterações cognitivas – déficits de memória verbal, atenção, etc. A criança pode apresentar essas alterações no comportamento, sendo observável desde a infância e progredir e estar associada ao desenvolvimento da Esquizofrenia;
  2. Fase prodrômica: caracterizada por um período variável de tempo, é um momento onde o paciente tem a sensação de que algo está para acontecer. Nota-se mudança no comportamento do paciente que passa a ficar mais isolado, podendo também ocorrer alguns sintomas psicóticos breves e transitórios.

Nesta fase ainda prodrômica pode ocorrer o primeiro episódio de psicose e , inicia a fase progressiva. A fase progressiva foi usada como categoria da doença pela extinta União Soviética e, hoje, se enquadra na fase prodrômica.

Vale saber que o termo “prodrômico” significa um conjunto de sintomas anteriores a manifestação de alguma patologia.

3. Fase de estabilização: acontece quando  a doença evolui para uma fase mais estável, ficando sujeita a recaídas. Aqui o quadro clínico se apresenta com alterações de sintomas da esquizofrenia : percepção, pensamento, linguagem, memórias e funções executivas.

Tipos de Esquizofrenia

A doença pode ser dividida em tipos de esquizofrenia:

  • Esquizofrenia simples: apresenta mudanças na personalidade. O paciente tende a ficar isolado – vive inibido do convívio social, é disperso aos acontecimentos do dia a dia e insensível a afetos.

 

  • Esquizofrenia Paranoide: são alucinações auditivas frequentes onde não aparece o discurso, nem o pensamento desorganizado, nem comportamento catatônico ou afeto embotado ou inadequado. Além do isolamento social, o doente apresenta falas confusas, falta de emoção e tende a achar que está sendo perseguido por pessoas ou espíritos. Em geral os delírios são de perseguição ou de grandeza, os pacientes são tensos, desconfiados, hostis e agressivos, às vezes se comportam bem, preservando a inteligência intacta nas áreas não invadidas pelos delírios.

 

  • Esquizofrenia Tipo Desorganizado ou Hebrefrênico: nesse tipo de doença, é proeminente o discurso desorganizado, comportamento desorganizado, afeto embotado ou inadequado. Há geralmente um grande prejuízo na sua aparência e no seu comportamento social, respostas emocionais inadequadas, como gargalhar sem qualquer razão aparente.

 

  • Esquizofrenia tipo catatônico: é caracterizada por alterações na atividade psicomotora, como imobilidade motora, atividade motora excessiva e às vezes com alternâncias de estupor e excitação. É comum os extremos negativos, resistência a toda e qualquer instrução, postura rígida contra tentativas de imobilização, mutismos, posturas inadequadas ou bizarras, maneirismos proeminentes, trejeitos faciais, repetição de palavras ou sons e imitação de gestos e atitudes. Podem se ferir ou ferir outras pessoas durante a estupor, às vezes chegam à desnutrição ou à exaustão, requerendo um atendimento clínico.

 

  • Esquizofrenia tipo indiferenciado: quando se observa características mistas, com agitação e pensamentos desorganizados, mas sem critérios que possa caracterizar os outros subtipos.

 

  • Esquizofrenia tipo residual: quando o paciente apresenta evidências contínuas de perturbação caracterizada por sintomas negativos, crenças estranhas ou experiências perceptuais incomuns, é caracterizado pela esquizofrenia tipo residual. Há embotamento emocional, retraimento social, comportamento excêntrico, pensamentos ilógicos e afrouxamento das associações.

 

  • Transtorno esquizofreniforme: esse tipo de transtorno é idêntico ao da esquizofrenia, porém com a duração dos sintomas de pelo menos um mês, e após menos de 6 meses já retorna a normalidade. No auge do episódio psicótico pode aparecer confusão ou perplexidade, ausência do embotamento afetivo. Podem entrar em depressão após o período de crise, melhorando quando acompanhado psicoterapicamente.

 

  • Transtorno esquizoafetivo: o paciente com esse tipo de transtorno apresenta tanto características da esquizofrenia, quanto dos transtornos de humor, podem ser concomitantes ou alternados.

 

  • Diagnóstico diferencial: muito embora os sintomas psicóticos são encontrados em outras doenças, incluindo abuso de substâncias, os transtornos que devem ser diferenciados são o transtorno esquizoafetivo, o transtorno do humor, transtorno delirante e de personalidade. Na Esquizofrenia os delírios tendem a ser bizarros, com presença de alucinações.

Sintomas da Esquizofrenia

Em relação aos sintomas da esquizofrenia, pode-se agrupá-los em 3:

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1- Sintomas Negativos

Estão associados a interrupções nas emoções e comportamentos normais. Ausência de manifestações psíquicas que deveriam estar presentes.

  • Embotamento Afetivo: expressão facial inalterada, diminuição dos movimentos espontâneos, pobreza de gestos expressivos, pouco contato visual, diminuição ou ausências de resposta afetiva, afeto inapropriado, falta de modulação vocal.
  • Alogia: pobreza de fala, pobreza de conteúdo da fala, bloqueio do pensamento, maior latência de resposta.
  • Abulia-apatia: deficiência nos cuidados pessoais e na higiene. Falta de persistência no trabalho ou nos estudos. Anergia física.
  • Anedonia: poucos interesses, poucas atividades recreativas, comprometimento das relações afetivas, poucos relacionamentos com amigos.
  • Atenção: diminuição de concentração.

 

2 -Sintomas Positivos

Trata-se de comportamentos psicóticos geralmente não observados em pessoas saudáveis. Pessoas com sintomas positivos para a Esquizofrenia podem “perder contato” com alguns aspectos da realidade. Presença de manifestações psíquicas que deveriam estar ausentes.

  • Alucinações: auditivas, vozes que fazem comentário, vozes que conversam entre si, somáticas, táteis, olfativas, visuais.
  • Delírios: persecutórios, de ciúmes, culpa, pecado, grandiosidade, religiosos, somáticos, de referência, de ser controlado, de leitura da mente, transmissão de pensamento, inserção de pensamento, retirada do pensamento.
  • Comportamento bizarro: roupas, aparência, comportamento social, comportamento sexual, agressivo/agitado, repetitivo/estereotipado.
  • Alteração formal do pensamento: descarrilamento, tangencialidade, incoerência, falta de lógica, fala acelerada, reverberação, neologismo.

 

3 – Sintomas Cognitivos

Para algumas pessoas com Esquizofrenia, os sintomas cognitivos são sutis, para outros são mais graves e os pacientes podem perceber mudanças na memória ou outros aspectos do pensamento. Sintomas: baixo funcionamento intelectual (capacidade de entender informações e usá-la para tomar decisões), dificuldades para manter-se focado ou prestar atenção em atividades cotidianas.

A Esquizofrenia é uma doença psicótica que ainda vem sendo debate de estudos por não ser totalmente compreendida, e não ter uma lógica intrínseca, onde mesmo após a remissão da doença, o paciente ainda pode apresentar pensamentos confusos.

Os sintomas que caracterizam a doença em todos os seus subtipos quando se apresentam mais de um mês, são:

  • delírios
  • alucinações
  • discurso desorganizado
  • comportamento desorganizado ou catatônico
  • sintomas negativos
  • embotamento afetivo
  • mutismo: dificuldades de se comunicar
  • avolição: não ser capaz de começar ou de persistir em um objetivo
  • delírios bizarros
  • vozes conversando entre si

Tratamentos e precauções para a Esquizofrenia

O tratamento para a Esquizofrenia é realizado com o uso de antipsicóticos, ministrados por um médico psiquiatra e intervenções psicossociais. Entre elas: terapia ocupacional, psicoterapia individual, treinamento de habilidades sociais e terapia familiar.

  • os pacientes deverão ser tratados com neurolépticos prescritos pelo médico, sendo que muitos pacientes vão necessitar da medicação ao longo da sua vida;
  • a equipe de saúde deve ter uma relação empática com o paciente, que é uma tarefa desafiadora, porque muitos pacientes apresentam prejuízos na esfera afetiva, volitiva e cognitiva;
  •  intervenções psicossociais;
  • a equipe de saúde deve desenvolver uma relação muito próxima com os serviços de assistência social local. Os pacientes tendem a apresentar baixa renda e incapacidade para o trabalho. Os assistentes devem estimular e ajudar a obter benefícios como a  aposentadoria e auxílio-doença.
  • a terapia familiar é importante para que todos que mantém laços familiares próximos, pois muitos pacientes devido a doença, rompem laços com a família. A família por sua vez, necessita de informações sobre a esquizofrenia para se ajustar as suas expectativas em relação ao paciente.

Também, o tratamento para a Esquizofrenia deve ser feito através de medicamentos específicos com o médico psiquiatra. Como as causas ainda são bastante desconhecidas, os tratamentos se dão através da concentração da eliminação dos sintomas da doença e não da causa.

Existem dois tipos principais de medicação antipsicótica:

  1. Antipsicóticos típicos (convencionais) que controlam os sintomas “positivos”.
  2. Antipsicóticos atípicos (os de “nova geração”) que tratam os sintomas positivos e negativos da Esquizofrenia.

Ainda, há uma terceira categoria menor que é usada para o tratamento da esquizofrenia, é conhecido como “agentes antipsicóticos diversos”, que age de maneira diferente dos medicamentos antipsicóticos diversos e é usado para o tratamento da agitação nas pessoas com a esquizofrenia.

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Depois de encontrado o remédio que responde bem ao paciente, é importante que o tratamento seja também com a psicoterapia, para assim, o paciente aprender habilidades de enfrentamento de desafios cotidianos da esquizofrenia, ajudando a pessoa a buscar seus objetivos de vida, bem como, trabalhar e estudar.

É provado que os pacientes tratados com psicoterapia adequado, são menos propensos a sofrerem recaídas ou serem hospitalizados.

Sintomas de sinais de alerta precoce de Esquizofrenia

Os sinais são diferentes para todos, podem ir se desenvolvendo lentamente ao longo dos meses ou anos, ou podem aparecer de forma abrupta.

Comportamentos que são sinais precoces de esquizofrenia incluem:

  • ouvir ou ver algo que não está lá;
  • uma sensação constante de estar sendo observado;
  • modo peculiar ou sem sentido de falar ou escrever;
  •  posicionamento corporal estranho;
  • sentir-se indiferente a situações muito importantes;
  • deterioração do desempenho acadêmico ou profissional;
  • mudança na higiene pessoal e aparência;
  • uma mudança na personalidade;
  • aumento da retirada de situações sociais e isolamento;
  •  respostas irracionais, zangadas ou com medo dos entes queridos;
  • incapacidade de dormir ou se concentrar;
  • comportamento inadequado ou bizarro;
  •  preocupação extrema com a religião ou o ocultismo.

Fatores de risco

Vários fatores podem contribuir para o risco de a pessoa desenvolver a Esquizofrenia.

A genética e o ambiente: a esquizofrenia pode ser hereditária e ocorrer em determinadas famílias. Entretanto, há muitas pessoas que tem a doença e que não possuem nenhum membro da família com a desordem e, ao inverso, também, muitas pessoas com um ou mais membros da família possuem a doença e a pessoa não desenvolve.

Fatores ambientais que podem envolver:

  • exposição a vírus;
  • desnutrição antes do nascimento;
  • problemas durante o nascimento;
  • fatores psicossociais.

Como ajudar pessoas com Esquizofrenia?

A esquizofrenia é uma doença biológica e por mais difícil que seja saber responder a alguém que faz afirmações estranhas, ou falsas, a pessoa que está com o doente deve procurar entender a doença, respeitar o paciente, cuidando e apoiando.

  • Procurar um médico psiquiatra e uma psicoterapia para o paciente. Incentivá-lo a fazer e permanecer em tratamento;
  • Lembre-se que as alucinações ou crenças são muito reais para o paciente;
  • Dizer que você reconhece que todos têm o direito de ver coisas de sua maneira;
  • Ser respeitoso, solidário e gentil sem tolerar os comportamentos que são perigosos ou inapropriados;
  • Verificar grupos de apoio na cidade para pessoas com Esquizofrenia.

Parte 3 – A química e a estrutura dos cérebros diferentes

Um desequilíbrio nas reações químicas complexas e inter-relacionadas do cérebro envolvendo os neurotransmissores (substâncias que as células cerebrais usam para se comunicar entre si) como a dopamina e o glutamato, e possivelmente outros, podem desempenhar um papel no desenvolvimento da Esquizofrenia.

Alguns especialistas acreditam também que problemas durante o desenvolvimento do cérebro antes de o bebê nascer, podem levar a conexões defeituosas. O cérebro também sofre muitas mudanças durante a adolescência e essas mudanças podem desencadear os problemas psicóticos em pessoas que são vulneráveis devido a genética ou por diferenças cerebrais.

Conclusão

Ainda que Freud tenha fornecido muitas indicações sobre o funcionamento do pensamento e da linguagem esquizofrênica, a tarefa de definir a estrutura dessa patologia continua pertencendo aos seus sucessores. Enquanto isso, com esse índice de 1% da população com essa doença tão incapacitante, faz-se necessário uma divulgação ampla a fim de que o maior número de pessoas tenham acesso a informação da Esquizofrenia, seus sintomas e suas consequências, levando-as a buscar ajuda de um profissional, para que se não puder curar totalmente a doença, que pelo menos possa ser feito um tratamento no paciente para ter uma vida muito próxima a uma vida saudável.

Este artigo sobre o que é esquizofrenia, sintomas da esquizofrenia, tipos de esquizofrenia e tratamentos para esquizofrenia foi escrito por Rosemary Zinani, concluinte do nosso Curso de Formação em Psicanálise Clínica.

 

Referências bibliográficas

LAPLANCHE E PONTALIS – Vocabulário da Psicanálise – Editora Martins Fontes, 2001 – 4ª. Ed – SP

PIMENTA, Tatiana – Artigo do Vittude Blog – https://www.vittude.com/blog/

PITTA, José Cassio do Nascimento – Fundamentação Teórica: Esquizofrenia – UNA SUS – Unifesp https://www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual

Apostila Psicopatologias II – Módulo 7 – Curso de Formação “Psicanálise Clínica”.

 

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