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Forrest Gump: 10 lições de Psicologia no filme

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Lançado na Espanha em 23 de setembro de 1994, esse filme conta a história de Forrest Gump, um jovem com deficiência intelectual que se torna o protagonista de alguns dos acontecimentos mais importantes da história dos Estados Unidos.

Sem dúvida vale a pena assistir Forrest Gump, O Contador de Histórias. O filme nos imerge no universo de Forrest, apaixonado pela vida, por sua mãe e por Jenny desde criança. Agora também há o livro do mesmo personagem.

10 lições de Psicologia no filme

As promessas são sempre cumpridas

Parece óbvio que as promessas são feitas para serem mantidas, mas nem sempre é o caso. O valor da palavra de uma pessoa aparentemente perde a importância com o passar dos anos, mas, no fundo, o que dizemos e fazemos em correspondência com as promessas que realizamos diz muito sobre quem somos.

O bom e velho Forrest nos mostrou que, quando você dá sua palavra a outra pessoa, você tem que ir até o fim e cumprir sua promessa. Na verdade, ao longo do filme ele fez isso mais de uma vez, tanto para seus amigos quanto para o amor de sua vida, cumprindo cada uma de suas palavras, não importando o que tivesse que fazer para completá-las.

A vida é uma caixa de chocolates

A mãe de Forrest teve grande influência na vida do nosso protagonista, por isso ele sempre repetia as palavras e frases que ela lhe ensinava. Uma das mais conhecidas de todas: “a vida é uma caixa de chocolates, nunca se sabe o que vai tocar em você”.

O próprio Forrest a constatou na pele, pois teve momentos de felicidade absoluta em que prevaleceu a alegria, mas também viveu outros momentos mais complicados em que sorrir se tornou algo mais difícil.

Entretanto, Forrest nunca desistiu e sempre soube ir em frente, superando obstáculos como a coluna torta, o preconceito das pessoas que cruzaram seu caminho por seu QI baixo ou a morte de entes queridos.

Correr não leva a lugar nenhum

Vivemos em uma sociedade em que a velocidade prevalece. O dia a dia é um ir e vir constante para muitas pessoas, um estilo de vida que estamos em constante movimento.

Acostumamo-nos a correr por toda a parte e mal temos tempo para respirar e, talvez, devamos nos lembrar de Forrest, que correu muito para chegar a esta conclusão: “A verdade é que, embora sempre tenha corrido, nunca pensei que isso me levaria a lugar nenhum”.

Esse enredo da história é uma metáfora para a vida que ainda hoje vigora, mostrando que, embora vivamos de forma frenética, na maioria das vezes não vamos a lugar algum. O melhor de tudo é que Forrest conseguiu se tornar uma referência, uma fonte de inspiração para muitos que queriam segui-lo em sua odisseia correndo pelo país.

Faça o que quiser e quando quiser

Parece óbvio que todos devemos fazer o que queremos e quando queremos, mas nem sempre é assim.

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Vivemos condicionados pelo que é ditado pela sociedade, ou seja, somos impelidos pela sociedade que dita regras como: comprar uma casa, um carro, casar e ter filhos. Apesar de nem todos desejarem esse futuro para si.

Forrest deixou de lado todos esses preceitos e conseguiu fazer coisas épicas, independentemente do que as pessoas esperassem dele. Na verdade, ele corria simplesmente porque naquele momento era o que ele desejava.

Talvez devêssemos todos fazer como Forrest e dedicar um pouco mais de tempo às coisas que nos fazem felizes e que realmente queremos realizar, canalizando nossos esforços ao que nos interessa de fato.

O passado não pode ser esquecido

Por mais que tentemos, o passado é algo impossível de esquecer. Cada uma de nossas ações tem seu efeito no futuro, pois tudo sempre acaba voltando, seja em nossa mente ou em outras situações que nos lembrem momentos passados.

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    Jenny, o grande amor de Forrest, é um exemplo claro disso devido ao passado conturbado que viveu com o pai em decorrência dos maus-tratos e abusos sofridos, algo que marcou sua vida para sempre e trouxe consequências desastrosas.

    Tire vantagem de seus pontos fortes e de seus pontos fracos

    Cada um de nós nasce com uma série de virtudes e defeitos que nos tornam especiais. Nem sempre conseguimos enxergar cada uma de nossas habilidades porque tendemos a nos concentrar nos aspectos mais negativos.

    No entanto,  Forrest Gump nos ensinou a importância de aproveitar ambos, desfrutando àqueles defeitos que realmente nos tornam únicos em vez de nos lamentar por eles.

    Isso é apresentado em uma das cenas míticas do filme que mostra que é preciso tentar tudo para saber até onde podemos ir, aquela em que um Forrest em plena infância corre sob os gritos desesperados de Jenny: “Corra, Forrest, corra!”

    Existem memórias indeléveis

    É engraçado o que um jovem é capaz de se lembrar. Porque não me lembro de ter nascido, nem do que ganhei no primeiro Natal e muito menos onde fui em meu primeiro piquenique. Mas lembro-me da primeira vez que ouvi a voz mais doce de todas.

    Com estas palavras lembramos que há momentos de nossa vida que ficarão para sempre na memória, momentos únicos para cada um e impossíveis de esquecer. Principalmente se estiverem ligados a pessoas que nos fizeram felizes.

    Tolo é aquele que faz coisas tolas

    Em uma análise do filme Forrest Gump observamos que a maioria daqueles que cruzaram o caminho do protagonista pensaram que ele era problemático e incapaz de fazer algumas coisas. Alguns até o consideravam um idiota.

    Mas para Forrest, uma pessoa tola era alguém que faz coisas estúpidas, coisa que ele nunca fez. Cada uma de suas ações teve uma motivação, mas antes, agiu movido pela humildade que tanto o caracterizou.

    Amor não entende a inteligência

    Desde criança, Forrest sempre se sentiu atraído por sua vizinha e amiga, Jenny. Com ela, compartilhou muitos momentos de sua infância, pelos quais rapidamente desenvolveu sentimentos e os cultivou ao longo dos anos.

    Embora nosso protagonista só tivesse olhos para ela e vivesse plenamente apaixonado, foi rejeitado mais de uma vez, atitude que, no fundo, estava diretamente ligada ao abuso que a mulher sofreu de seu pai na infância.

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    O amor é algo puro

    Apesar de tudo, Forrest finalmente alcançou seu propósito e formou uma família e ficou com Jenny até os últimos dias de vida dela.

    Ele entendeu o amor como uma forma de expressão pura, porque quando você realmente se apaixona, nada importa além do que você sente por essa pessoa, independentemente de sua aparência, seu conhecimento ou suas habilidades.

    Considerações finais

    Parece justo dizer que Forrest Gump alcançou o status de um clássico americano. Isso porque os fãs votaram pela ABC classificando-o como o melhor cenário, contendo as mais belas imagens das últimas décadas.

    Além disso, o filme consegue evocar risos, dor de cabeça e um senso de profundidade com muita sensibilidade.

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