O que é amor? 10 ideias cientificas sobre o amor

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Responda sinceramente: qual a ideia concreta e racional que você possui do amor? A Ciência frequentemente busca resposta para uma das palavras mais difundidas em todo o mundo. Finalmente, reuniu 10 ideias científicas sobre o que é amor e você confere logo abaixo.

O amor não é unilateral

Comumente, miramos o amor na direção dos nossos entes queridos, criando um seleto grupo emocional. Contudo, quando limitamos ele a um círculo mais restrito, perdemos excelentes chances para crescer emocionalmente. Barbara Fredrickson, diretora do Laboratório de Emoções Positivas da Califórnia, afirma que isso impede a melhora do bem-estar e de nossa saúde.

Isso porque o amor menos restrito reverbera positivamente em nós, independente de onde parta. Por isso, pequenos momentos conectivos com nosso parceiro ou estranhos são tão benéficos a nós. Assim que nos sentirmos seguros e forjamos uma conexão, temos a base necessária para vivenciar emoções amorosas positivas.

A visão realista do amor

Para Barbara, a concepção de o que é amor deve sofrer uma mudança por parte das pessoas. Segundo ela, precisamos rever a forma como enxergamos esse sentimento tão avassalador. Com isso, podemos olhá-lo sob um novo olhar mais realista e menos etéreo. O amor, segundo a psicóloga, é uma perspectiva de nosso corpo.

Quando se pergunta o que é amor a resposta não é romance ou desejo sexual. Muito menos se mostra como o vínculo duradouro e incondicional que cria com outras pessoas com maior relevância. Segundo a psicoterapeuta, o sentimento deve ser visto como o corpo o sente. Basicamente, um pequeno momento de conexão dividida com outra pessoa.

Amor não tem dono

O senso comum afirma que as emoções são eventos únicos e particulares a cada um. Ademais, estariam confinados no corpo e na mente de uma pessoa. Barbara traz evidências de que isso é uma concepção errada a respeito do sentimento. Com base em seus estudos, criamos uma sincronia momentânea com outra pessoa.

A partir disso, nossos gestos e composição bioquímica, bem como disparos neurais, acabam se refletindo. A estudiosa atribui a esse evento o nome de “ressonância da positividade”. Sua pesquisa indica o amor como uma onda biológica de bons sentimentos. Adicionado a isso, há um cuidado mútuo que percorre vários cérebros de uma única vez.

O amor fortalece o coração, literalmente

É comprovado que as pessoas que se relacionam com as demais possuem uma tendência maior a uma qualidade de vida. Quando nos conectamos com os outros, permitimos que nossa vida se prolongue e seja mais saudável. Ainda assim, a forma como essas conexões acertam em nossa saúde é uma chave ainda a ser desvendada.

A equipe chefiada por Barbara descobriu que os micro momentos diários de amor melhora a conexão do cérebro com o coração. O nervo vago, ponte que liga os dois órgãos, tem a sua função otimizada a longo prazo. Consequentemente, concluiu que os micro momentos de amor são realmente capazes de beneficiar nossa saúde.

O poder do contato visual

Para se descobrir o que é amor, é preciso ter em mente a disposição para ouvir nosso corpo. Nossa estrutura corporal consegue perceber as emoções de quem está próximo e aumenta a nossa perspectiva amorosa ilimitadamente. Contudo, isso é passível de ser frustrante caso não haja contato visual. Os olhos são uma ponte para que os cérebros se conectem.

Com isso:

Sempre olhe nos olhos do outro

Além de se atentar ao que o outro fala, isso passa mais segurança na hora de interagir. Como dito acima, essa mínima janela de atenção permite que vocês se conectem mais rápida e facilmente. Já que se olham com frequência, podem captar os sinais subliminares de suas emoções em resposta ao outro.

Transmite confiança

Ampliando o tópico acima, conseguimos enxergar a verdade na forma como o olhar de alguém se manifesta. Quando duas pessoas se olham, permitem que uma âncora emocional as ligue momentaneamente. Entretanto, isso já é suficiente para estabelecer um elo entre elas.

Imunidade

De acordo com Barbara, quando as pessoas souberem o que é amor verdadeiramente, poderão ser mais resistentes. Isso porque as experiências amorosas que temos acabam sendo refletidas em nosso genoma. À medida em que temos mais micromomentos amorosos, acabamos fortalecendo nossa imunidade e sendo mais resistentes às doenças.

Existe se persistir

A pesquisa de Barbara para descobrir o que é amor acaba esbarrando em um conhecimento popular. Na visão dela, o amor é firme e constante sim, mas precisa de apoio. De nada adianta subestimar o amor na relação, sendo necessário cultivá-lo todos os dias.

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Das pequenas gotas brota o mar de amor

Barbara defende que mesmo momentos pequenos de contato são suficientes para trazer grandes mudanças. Somando, afirma que há uma ligação positiva e crescente entre bem-estar físico e vida social. Nisso, concluiu que:

Reciprocidade

É sabido que os micro momentos de amor acabam nos tornando mais saudáveis. Entretanto, o inverso também acontece: quanto mais saudável, mais a nossa capacidade de amar aumenta. É preciso estar bem para sentir o bem e retribuir.

Multiplicável

Tanto a saúde, quanto o amor, se reciclando constantemente, acabam crescendo quase que exponencialmente. À medida em que amar, será mais saudável e sendo mais saudável, pode amar ainda mais.

Rejuvenescer sua ótica

Apenas um momento ao dia para se perguntar como se sente ligado ao outro traz ótimos benefícios à sua relação. Nisso, somente esse breve momento de reflexão é suficiente para entender como o amor funciona para vocês.

Compaixão e amor são espelhos

Mesmo que alguém esteja em sofrimento, é possível se conectar com ele através de um micromomento de amor. Com isso, quebramos a ideia de que o amor só é acessível a quem é unicamente feliz. O sentimento não obriga a supressão de emoções negativas para que tome lugar. Contanto que haja empatia por meio da compaixão, e possível dar vida ao sentimento.

Considerações finais: o que é amor

Por mais que a Ciência seja ortodoxa no modo de trabalhar, possui uma visão concisa sobre o que é amor. Graças a isso, entendemos racionalmente o que acontece dentro de nós quando nos envolvemos diariamente com os outros. Nossos circuitos físicos se ligam naturalmente quando nossas conexões mentais se sintonizam.

Ainda assim, as ideias científicas acima não visam quebrar sua visão sobre o que é amor, nada disso. A ideia aqui é ampliar sua concepção primária a respeito desse sentimento. Dessa forma, você adquire mais uma base sólida para argumentar corretamente sobre as ligações que cultiva.

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