brincar na educação infantil

O brincar na educação infantil e a escuta das expressões

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Neste artigo falaremos sobre o brincar na educação infantil. O objetivo deste trabalho é identificar na literatura atual como está sendo abordado o relacionamento do educador com as expressões e gestos das crianças e também seu dialogo mediante as escutas.

A pesquisa elaborada foi de cunho bibliográfico, que buscou estudos que mediatizam a escuta na educação infantil como um recurso interdisciplinar indispensável na prática de ensino aprendizagem e desenvolvimento integral da criança. Os resultados das pesquisas são de que a escuta deve manter uma linha de dialogo com as propostas executadas a fim de fazer parte positiva na formação da criança como um ser autônomo na sociedade e também em sala de aula, valorizando e respeitando-o cultural e socialmente.

Concluímos que novos métodos de escuta podem substituir as metáforas tradicionais na educação infantil, podendo auxiliar o educando alcançar seus objetivos em sala de aula, estando sempre aberto a mudanças, e formando crianças protagonistas.

Palavras chaves: Expressões. Educador. Gestos. Prática.

Summary The objective of this work is to identify in the current literature how the relationship of the educator with the expressions and gestures of the children is being approached, as well as their dialogue through listening. The research carried out was of a bibliographic nature, which sought studies that mediate listening in early childhood education as an indispensable interdisciplinary resource in the practice of teaching and learning. The results of the surveys are that listening must maintain a line of dialogue with the proposals carried out in order to play a positive role in the formation of the child as an autonomous being in society and also in the classroom, valuing and respecting him culturally and socially . We conclude that new listening methods can replace traditional metaphors in early childhood education, helping the student to achieve their goals in the classroom, being always open to change, forming protagonist children.

Keywords: Expressions. Educator. Gestures. Practice.

O brincar na educação infantil como ferramenta de exteriorização afetiva

O tema exposto contextualiza o trabalho do educador e suas propostas de ensino mediante a escuta das expressões das crianças na educação infantil, no entorno que poucas vezes a mesma é utilizada, deixando de lado a compreensão de novas perspectivas como um incremento didático positivo e natural para as crianças e seu desenvolvimento. O objetivo do trabalho é identificar na prática e literatura atual como o relacionamento pedagógico, está sendo abordado nas escolas, e sendo pesquisado de forma que possa auxiliar o educador, buscando em teorias da psicologia atual as quais abordam as expressões e vozes das crianças como um recurso de auxilio pedagógico.

Para o pedagogo atuar nos princípios que visam às expressões é necessário uma reorientação de interesses por parte da escola criando a ideia de que a escuta tem que ser respeitada no desenvolvimento escolar da criança a principio na educação infantil, e também as que têm déficit de aprendizagem, refletindo sempre novos parâmetros, adaptando novos processos para todo o ensino aprendizagem, levando em conta o sujeito que já acarreta em sua bagagem experiências natas, revalorizando a cultura em suas propostas, respeitando as vivencias de cada um, o objetivo da educação dialética para o pedagogo é principalmente ser baseada em pressupostos de sua prática e após em teóricos fundamentados.

A questão que se faz é se a prática de escuta no processo pedagógico pode melhorar ou interferir de algum modo na pratica também social, levando em conta o sistema e as diretrizes escolares. Tendo como hipótese a escuta como auxilio para o desenvolvimento adequado da criança e também para o pedagogo desenvolver o seu trabalho de forma que possa despertar a autonomia e autoestima no âmbito escolar. O valor do trabalho remete na contribuição e desenvolvimento de saberes sobre o pedagogo e a escuta, de caráter bibliográfico baseados na pesquisa da leitura teóricos que abordam a temática, em artigos, e livros.

O contexto do brincar na educação infantil

Acredita-se que as crianças já nascem com capacidades natas e que são estimulados durante seu processo de convívio com a sociedade, e neste processo os professores estimulam as crianças de forma passiva auxiliando somente com interação entre colegas, na educação infantil o brincar muitas vezes era representado como algo ineficiente e que dispersava a criança em seu ambiente escolar. Entende-se em outro ponto que os recursos lúdicos em sala de aula os quais dialogavam com o objetivo do professor permitiam a escuta e a facilidade de compreensão da criança sobre o meio em que vive, pois era a combinação do visual, oral e expressão no qual a criança tinha noção do lugar que ocupava.

A cultura da infância é um exercício imaginário, e na antiga Roma visava o crescimento educativo para grandes guerreiros romanos, já para os gregos revelavam informações importantes na organização de sua sociedade. A cultura infantil normalmente aborda os jogos lúdicos que são empregados a fim de que a criança não faça algo que seja negativo para seu crescimento, tornando-se algo massivo e não fundamental para gerar demais estímulos educacionais em alguns espaços contemporâneos, no entanto, é no brincar da criança que conseguimos a escuta de suas expressões.

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Para Santaina (2013, p.28-32) colocar a criança no centro da pratica do jogo na pratica educativa será uma forma para o professor observar se eles correspondem aos diferentes estímulos, incorporando no educador a busca do melhor meio educativo, tendo como ponto de partida a própria criança, oportunizando que ela realize de forma expressiva o que talvez não possa realizar na vida real. Assim como os gregos e os romanos devemos ter a percepção organizada sobre as brincadeiras das crianças, considerando-as como recreação (atividade de relaxamento) ouperante o pedagógico que busca acrescentar ao seu desenvolvimento, ou seja, quando as brincadeiras revelam algum conhecimento da criança, a sua espontaneidade criativa nela é abordada como revelador ao longo dos anos.

O problema de quem trabalha com a educação infantil

Kishimoto (1997) comenta: “Quem trabalha com educação no Brasil, principalmente com educação de crianças pequenas, depara com um problema crucial (além de todos os relacionados ao descaso econômico-material): o resgate do conhecimento estético-sensorial expressivo verbal e não verbal, para energizar e se contrapor ao ensino pseudo-racional que desrespeita a construção do conhecimento e aprendizagem significativa do mundo que dicotomiza pensamento e sonho, trabalho e jogo, razão e sentimento”

O trabalho de escuta através de jogos e brincadeiras é um veiculo para as expressões das crianças nos anos iniciais da educação e que as estimulam principalmente as que têm dificuldades a ter experiências inovadoras a partir da investigação no campo lúdico que o educador esclarece as vivencias das crianças e seus pensamentos concretos. Kishimoto (1997) destaca que: “a partir do início do século XX que algumas instituições de educação infantil desenvolveram o jogo a partir de teorias pedagógicas influenciadas por Frobel, Claparède, Dewey, Decroly e Montessori.

Com o passar do tempo foi se tornando mais visível a possibilidade de utilizar os jogos e brinquedos para desenvolver a aprendizagem de forma lúdica.” Destaca-se também que as questões de escuta através do brincar é progressiva e é importante que em seu meio haja revisão para que o progresso possa ter um rumo mais claro na sociedade educacional, exonerando a questão que o brincar é algo propagado como passatempo, reavaliando o contrario deste pensamento generalizador pois o jogo é uma forma de expressão pois faz parte da cultura da criança desde os mais velhos tempos, estimulando desenvolvimento, coordenação motora, desenvolvimento intelectual de sua fala, o desenvolvimento individual favorecendo sempre seu progresso em comunidade, estimula também a observação do que é certo ou não, ou seja, a compreensão.

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    A criança se encontra no jogo

    É através do brincar na educação infantil que a criança se encontra naturalmente com seu eu, isso pode ser chamado de espontaneidade criativa da criança. A escuta da infância é uma das mais importantes documentações, tornando essa questão abrangente o educador deve então reorientar seu olhar, participar do universo da criança para que esta possa inventar seu equilíbrio humano, o educador pode explorar contextos em suas aulas como algo enriquecedor e não somente banalizar como um momento de lazer, as propostas com o brinquedo e brincadeiras da cultura do contexto infantil ter um objetivo na aprendizagem.

    Métodos de escuta do professor mediante propostas lúdicas

    Atualmente nos encontramos num contexto histórico onde o individuo tem intermináveis formas de conhecimentos, numa sociedade avançada em didáticas educativas lúdicas muito mais que ontem, toda essa esfera pode envolver o processo educativo de uma maneira continuam na atualidade. É traves de brincadeiras que tanto a criança dentro delas quanto o educador na escuta, podem abranger seus métodos, superar suas dificuldades e aprimorar seu relacionamento com o mundo, desenvolvendo novas formas de pensar e criar estratégias sobre quaisquer objetos. (SANTAINA, 2013 p. 33).

    A criança quer compreender situações ou objetos colocados a sua frente e isso estimula ao educador a investigar suas expressões, e problematizações no qual o feedback acontece de maneira lúdica, somando para que possam se completar exteriorizando seus desejos e vontades, a brincadeira simbólica representa o cognitivo da criança naquele momento, representando a idéia de que o adulto sinta o devido sentimento transmitido através da brincadeira.

    As escutas na educação infantil são apreciadas nas horas reservadas ao brincar buscando as capacidades inatas do individuo e sabendo desenvolve-las, o conhecimento das expressões e diversas linguagens nas praticas de ensino pelo educador poderá ser visto como algo radical, porém essas mudanças não vão acarretar problemas nas informações que são passadas pelo educador e sim manipular com eficiência sua aula e a qualidade de raciocínio da criança mantendo uma melhor compreensão no aprender diário, assimilando, reconstruindo, refazendo, organizando e flexibilizando os conceitos na transformação da realidade, saindo de isolamentos com seus interesses sendo aplicados nos procedimentos pedagógicos.

    O brincar na educação infantil e a escuta do professor

    O brincar na educação infantil durante a escuta do educador são elementos consequentemente positivos para a qualificação da educação infantil, a formalização da escuta é uma ferramenta de capacitação e busca de conhecimentos que prepara o aluno para o novo desenvolvendo seu olhar quanto ao mundo. A escuta em sala de aula apropria uma linguagem simbólica e imaginaria, qual media os interesses, onde a criança expõe o seu sentimento naquele momento e suas regras conforme este mesmo sentimento, o qual não é oculto na brincadeira, uma vez que o faz-de-conta auxilia o controle emocional da criança, e consequentemente através da brincadeira a criança se torna confiante de si no mundo e ambiente em que está inserida.

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    Então por esta razão, compreendemos que o espaço das escutas é algo que possivelmente seja pensado para que não haja desperdício de praticas a serem seguidas e vivenciadas pelas crianças, analisando limites culturais, ou cognitivos ainda na infância. Para entender as dificuldades dos novos processos de compreensão na educação infantil é necessário esclarecer algumas características á possibilidade de diminuir as diferenças entre educação e diversão, o brinquedo é um objeto referente ao tempo da criança, do adulto de ontem com representações memorizadas, é por esta razão que o brinquedo não deve ser banalizado na vida da criança pois acarreta uma influencia social e cultural, tem que ser visto como um suporte para a educação, pelo educando como algo educativo pelo educador como uma didática para as escutas. (BEMVENUTI,2014 p.138).

    Entende-se que os profissionais têm que dar atenção aos componentes que são influentes no processo de escuta, pois é na brincadeira que se faz a ciência, deixando a educação infantil menos maçante no cotidiano da criança e com o desenvolvimento de faz-de-conta. E é a partir destas questões que a ludicidade é um desafio colaborativo para o professor.

    Escuta interventiva com jogos e brincadeiras

    Hoffmann (2013, p.169) Acredita que a estrutura educacional devera se reelaborar, pois as mudanças na educação vão ser contínuas, tendo como base, a escuta do educador junto á um novo saber pedagógico para que se tornem motivadores no desenvolvimento da inteligência e no domínio de novas praticas ao invés de somente fornecer conhecimentos, no protagonismo das crianças e suas infâncias, levando em consideração que as crianças desenvolvem-se pelas experiências sociais. A educação deve ter um envolvimento integral positivo nas escutas das crianças, pois elas transmitem o estado de seu emocional, racional ao seu imaginário, intuitivo, sensorial e interação, a partir de desafios, exploração de possibilidades, ao assumir responsabilidade, ao criar e ao refletir juntos, pedagogo e aluno.

    Conforme aborda Kishimoto(1997) : “A escuta em sala de aula potencializa a exploração e a construção do conhecimento, por contar com a motivação interna, típica do lúdico, mas o trabalho pedagógico requer a oferta de estímulos externos e a influencia de parceiros bem como a sistematização de conceitos em outras situações que não jogos. Ao utilizar, de modo, metafórico, a forma lúdica (objeto suporte de brincadeira) para estimular a construção do conhecimento, o brinquedo educativo conquistou um espaço definitivo na educação infantil.” Esses elementos abordam as mudanças qualitativas no processo das infâncias com a escuta, sinalizando o educador como um instrutor de novas possibilidades e suas atividades enriquecidas na mediação e troca de saberes.

    Aborda-se que as praticas escuta das expressões e gestos infantis executadas no trabalho pedagógico, acrescentam saberes mais significativos para as crianças, já que nas brincadeiras também teriam uma boa mediação na construção de saberes das crianças, elas iriam reconstruí-las de maneiras diversificadas e coerentes com sua compreensão de mundo já alcançada. Para Marques (2014 p. 180) propostas na infância que conduzem o corpo são grandes incentivos no cotidiano e libertador para as crianças, as múltiplas linguagens que são expressas pela criança apropriam o conhecimento que nas mesmas são internalizados com suas vivencias.

    A identificação dos professores

    Considera-se que os professores que não tiveram contato com os saberes constituídos nas práticas da escuta, não tem a consciência que esses saberes expressivos e gestuais das crianças não são ordenados e divididos nos diferentes campos disciplinares da escola, sendo assim, é dever do professor identificar e mediar essas características, se possível das vozes infantil.

    Por isso a importância da formação continua de educadores nos anos iniciais, para que o professor tenha espaço para discutir e analisar seus dilemas pedagógicos e também cognitivos da criança. Dessa forma, supor esse tipo de formação como um caminho possível para reduzir a defasagem entre a formação inicial e a prática educativa.

    Compreende-se que é preciso investir na formação docente oferecendo quanto na formação do educando, pois o papel desses profissionais especificamente é preparar crianças para o futuro, tendo sensibilidade ao reconhecer tudo o que é realmente do interesse das crianças.

    Discussão sobre o  brincar na educação infantil

    Nas palavras de Santaina (2013, p.28-32) as crianças que são colocadas no centro da pratica de escuta durante o jogo conseguimos observar que eles correspondem aos diferentes estímulos, incorporando no educador a busca do melhor meio educativo, tendo como ponto de partida a própria criança, oportunizando que ela realize de forma expressiva o que talvez não possa realizar na vida real. Neste sentido, assim como os gregos e os romanos devemos ter a percepção organizada sobre as brincadeiras das crianças, considerando-as como recreação (atividade de relaxamento) ou perante o pedagógico que busca acrescentar ao seu desenvolvimento, ou seja, quando as brincadeiras revelam algum conhecimento da criança, a sua espontaneidade criativa nela é abordada como revelador ao longo dos anos.

    Já para Kishimoto (1997) com o passar do tempo foi se tornando mais visível a possibilidade de utilizar os jogos e brinquedos para desenvolver a aprendizagem de forma lúdica. Entendemos que as questões de escuta através do brincar é progressiva e é importante que em seu meio haja revisão para que o progresso possa ter um rumo mais claro na sociedade educacional, exonerando a questão que o brincar é algo propagado como passatempo, reavaliando o contrario deste pensamento generalizador pois o jogo é uma forma de expressão pois faz parte da cultura da criança desde os mais velhos tempos, estimulando desenvolvimento, coordenação motora, desenvolvimento intelectual de sua fala, o desenvolvimento individual favorecendo sempre seu progresso em comunidade, estimula também a observação do que é certo ou não, ou seja, a compreensão.

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    Para entender as dificuldades dos novos processos de compreensão na educação infantil é necessário esclarecer algumas características á possibilidade de diminuir as diferenças entre educação e diversão, o brinquedo é um objeto referente ao tempo da criança, do adulto de ontem com representações memorizadas, é por esta razão que o brinquedo não deve ser banalizado na vida da criança pois acarreta uma influencia social e cultural, tem que ser visto como um suporte para a educação, pelo educando como algo educativo pelo educador como uma didática para as escutas. (BEMVENUTI,2014 p.138). Entende-se que os profissionais têm que dar atenção aos componentes que são influentes no processo de escuta, pois é na brincadeira que se faz a ciência, deixando a educação infantil menos maçante no cotidiano da criança e com o desenvolvimento de faz-de-conta. E é a partir destas questões que a ludicidade é um desafio colaborativo para o professor.

    Considerações finais sobre o brincar na educação infantil

    Conforme observado nas pesquisas os autores esclarecem que o processo principal para modalidade educativa dos interesses e sentimentos das crianças, é a escuta, pois, o educador precisa compreender cada vez mais o mundo das crianças e suas perspectivas sociais, para que consequentemente possa definir as propostas que auxiliam no desenvolvimento das crianças e protagonizar novos métodos de ensino dentro de uma proposta com a cultura do brincar na educação infantil, reconhecendo o saber e a experiência de cada um.

    Entendemos que o diálogo é à base de um trabalho em conjunto, onde o educador e a criança aprendem a ser e ensinam, partilham, trocando conhecimentos e experiências vividas e esse processo é construído pelas duas partes, desta forma, o conhecimento não é apenas passado e sim produzido através da escuta. As pesquisas abordam e concordamos que o professor deve ser flexível para trabalhar com os alunos dentro da prática escutatoria de suas linguagens, respeitando as experiências do saber que seus alunos trazem á unidade, dentro do afetivo também, mantendo um diálogo para facilitar na mediação para que todos tenham uma compreensão positiva, possibilitando-o de identificar as dificuldades de cada aluno.

    Concordamos também que as crianças agregaram conhecimentos, questionamentos e significados durante sua trajetória, as crianças trazem questões afetivas e cognitivas diferentes daquela que a escola aborda, e o educador deve respeitar e saber lidar com essas diferenças, pois isso as expressões durante o brincar da criança se torna um material bastante interessante para o fazer da escuta.

    Referencias Bibliográficas

    BENVENUTI, Alice. O jogo na história; aspectos a desvelar. O lúdico na prática pedagógica1. Ed. Curitiba : intersaberes,2013. Cap. 1, p. 15-34. ¬_____. Aspectos da subjetividade: percepções e experiências In.____. O lúdico na prática pedagógica1. Ed. Curitiba: intersaberes, 2013. Cap. 1, p. 35-48. HOFMANN, Angela Ariadne. Culturas, corporeidade e ludicidade. In.____. O lúdico na prática pedagógica1. Ed. Curitiba: intersaberes, 2013. Cap. 9, p. 166-180. KISHIMOTO Morchida. Brinquedo e brincadeira. Usos e significações dentro de contextos culturais. In SANTOS, Santa Marli Pires dos (org.) 4 ed. Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. Petrópolis: vozes, 1997. MARQUES, Isabel. Corpos lúdicos: coros que brincam e jogam. In.____. O lúdico na prática pedagógica1. Ed. Curitiba: intersaberes, 2013. Cap. 8, p. 149-161. SANTAINA, Rochele da Silva. Infância e escolarização: elementos para pensar na prática pedagogica. In.____. O lúdico na prática pedagógica1. Ed. Curitiba: intersaberes, 2013. Cap. 3, p. 54-83.

    Meu nome é Marinalva Gomes Silva graduada em Pedagogia e Artes Visuais. Tenho 55 anos, sou natural da cidade de São Paulo. Atuo na educação há 26 anos, dentro das redes particular, estadual e municipal, como professora e gestora. Consciente de que não existe uma solução única que sirva para todos os indivíduos, nos últimos anos procurei me especializar. Desta forma, conto com várias formas de atuar na busca da melhor solução individual e acredito que podemos criar um mundo melhor através da diminuição do sofrimento humano. Coloco-me a serviço deste princípio em todas as dimensões da minha vida. Faço parte e sou coautora do Projeto “AMIGOS DO ERICAO DIVINA AÇÃO” fazendo acompanhamento de famílias em vulnerabilidade e em situação de rua. Minhas especializações são nas áreas da educação e psicologia da educação ( Psicopedagogia; Educação Especial-Deficiência Intelectual; Psicomotricidade e aprendizagem; Gestão de Políticas Públicas; Neuropsicopedagogia; Transtornos Globais do desenvolvimento e Comunicação Alternativa; Neurociência e Aprendizagem; Dificuldades na Aprendizagem; Docência do Ensino Superior) e, ao longo de minha carreira, atuei em sala de aula com a disciplina de psicologia – para o ensino médio, até 2008, quando a mesma foi retirada do currículo. Após esta experiência passei a lecionar para o ensino superior, de acordo com minhas habilitações. Tenho, também, experiência com atendimento a medidas socioeducativas: Liberdade Assistida e Prestação de Serviço a Comunidade, como prestadora de serviço à Vara da Infância e Juventude e, no Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (NAAPA), pela Prefeitura da cidade de São Paulo, com atendimento a crianças que apresentem dificuldades para a aprendizagem. Sempre estou em busca de aprimoramento profissional. Atualmente acúmulo funções, como professora da Rede Pública Municipal de São Paulo e as demais experiências citadas a acima. Contato: [email protected]com.br

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