estratégias sociais

Estratégias sociais como auxílio na aprendizagem

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Neste artigo falaremos sobre Estratégias sociais. Para o educador atuar em sala de aula é necessário uma reorientação de interesses respeitando pressupostos da escola, e da própria criança, ampliando seu conhecimento com base em sua cultura e em seu ambiente, refletindo sempre novos parâmetros, adaptando novos processos para todo o ensino aprendizagem.

A questão se faz é de que modo o profissional pode auxiliar o desenvolvimento do aluno.

Entendendo sobre o as estratégias sociais

O tema observa o trabalho do educador em ferramentas interdisciplinares que auxilia o desenvolvimento positivo do indivíduo em sua jornada escolar, retomando e avaliando o processo de aprendizagem, observando o indivíduo com uma nova perspectiva diante de seu cognitivo, sócio e afetivo, visando solucionar de forma gradativa e intervindo em possíveis problemas de aprendizagem na escola, durante o processo de plasticidade do cérebro.

O objetivo do trabalho é observar como está sendo abordadas as dificuldades de aprendizagem, assim como o desenvolvimento do cérebro, ressaltando a importância de visar o meio em que o indivíduo é inserido Palavras-chave: Aprendizagem. Cognitivo. Desenvolvimento.

Introdução às estratégias sociais

O tema observa o trabalho do educador que se baseia na interdisciplinaridade como uma ferramenta que auxilia o desenvolvimento positivo do indivíduo em sua jornada escolar, retomando e avaliando o processo de aprendizagem, observando o indivíduo com uma nova perspectiva diante de seu cognitivo, sócio e afetivo, visando solucionar de forma gradativa seus problemas de aprendizagem na escola.

O objetivo do trabalho é observar como está sendo abordadas as dificuldades de aprendizagem, assim como o desenvolvimento do cérebro, ressaltando a importância de visar o meio em que o indivíduo é inserido no momento de tais necessidades escolares e como o educador/ neuropsicopedagogo pode intervir de forma a não diagnosticar sem demasiadas pesquisar e estudos científicos.

Para o educador atuar na escola em principio em sua sala de aula é necessária uma reorientação de interesses por parte de si e da criança, respeitando pressupostos da escola e da própria criança, ampliando seu conhecimento com base em sua cultura e em seu ambiente, refletindo sempre novos parâmetros, adaptando novos processos para todo o ensino aprendizagem, levando em conta o sujeito operador que já acarreta em sua bagagem experiências natas, revalorizando os jogos nas disciplinas, pois é no brincar que a criança vivencia a verdade.

As observações

Adaptando o objetivo através das observações das necessidades das crianças, a observação nas brincadeiras necessitam principalmente serem baseadas em pressupostos teóricos bem fundamentados para que a mesma possa ser inibida, sendo assim pesquisamos: a pratica e estratégias do educador em sala de aula, a neuroplasticidade do cérebro e a aprendizagem e a interação do educador mediante os problemas de ensino aprendizagem.

A questão se faz é de que modo o professor pode auxiliar o aluno com possíveis problemas na aprendizagem, de forma a não diagnosticar, e sim observar seu ambiente, sendo ele familiar, social, cognitivo, indagando como o cérebro aprende e o que pode ser investigado no cotidiano do indivíduo.

A prática do educador e as suas estratégias sociais nos anos iniciais

Atualmente os educadores podem utilizar instrumentos metodológicos para a sua prática em sala de aula, como: análise, estudo, avaliação e planejamentos. Durante a utilização desses instrumentos o docente terá controle ao mediar suas aulas. Tendo um olhar amplo direcionado para problemas de aprendizagens, aprimorando também a sua formação, contudo ainda necessitando de materiais diversificados para lhe dar o apoio necessário para diversas situações.

Conforme Fonseca: " O professor tem o dever de preparar os estudantes para pensar, para aprender a serem flexíveis, ou seja, para serem aptos a sobreviver na nossa aldeia de informação acelerada (Fonseca, 1998, p. 315). A evasão dos alunos com problemas de aprendizagem ou a desconfiança nos programas de educação propostos são na maioria das vezes causados pelo trabalho do profissional, por não estar fazendo um trabalho apropriado com as reais necessidades do educando, causando insegurança e insatisfação aos seus alunos.

O processo principal para modalidade educativa que é o trabalho multidisciplinar entre o professor e o diálogo com a intencionalidade de suas estratégias, pois, é desse modo que o professor estabelece seus objetivos, para que consequentemente defina os seus conteúdos e métodos de ensino, assim, fazendo com que o educando adquira autonomia no controle de seu processo de aprendizagem.

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O educador

O educador precisa compreender cada vez mais o mundo dos grupos populares com que trabalha, sua comunidade e cultura, assim como, fazendo uma relação entre os inseridos e as explicações do mundo em que atuam, assim, reconhecendo o saber e a experiência de cada um. As competências devem estar ligadas ao contexto social dos indivíduos, pois, é importante que o professor analise essas competências, a fim de abordá-las em sala de aula para o avanço das capacidades críticas, criativa e de autonomia.

Lent salienta que a percepção é a capacidade de associar as informações sensoriais à memória e à cognição, de modo a formar conceitos sobre o mundo, sobre nós mesmos e orientar nosso comportamento (Lent, 2001, p. 557). Existem muitos desafios a superar na educação durante o processo de ensino aprendizagem na primeira fase, entre eles a oferta de um conteúdo mais flexível na escola, de modo que haja uma conexão com vida do aluno, e que de modo positivo possa auxiliar em sua progressão.

O educador deve compreender os aspectos do que é ser criança. Pois, o trabalho docente deve se basear em perguntas como: quem são essas com quem vamos trabalhar? E também após uma avaliação: O que significa para ela aquele problema de aprendizagem?

Perguntas nas estratégias sociais

Segundo a autora, as perguntas devem ser levedas em consideração, pois os professores não estão lidando com as situações de aprendizagens das crianças, dessa forma, são considerados indivíduos com trajetórias sócio-étnico-raciais ou até mesmo patológicas e então a prática de gerar perguntas, que em sua maioria surge de uma ação, são os primeiros passos para nascer o conhecimento, cujo qual nos leva a formação de resultados.

Ao entrar em sala de aula o professor tem que ser aberto a questões de aprendizagem, a curiosidades, a perguntas, um ser crítico e indagador, focado na tarefa de ensinar e não a de só transferir o conhecimento, mas sim em transformá-lo, através do aluno e com o aluno. Neste sentido, o educador deve respeitar as experiências do saber que seus alunos trazem à escola, não deixando haver uma ruptura desses conhecimentos, dessa forma, o professor tem que estabelecer uma continuidade que leve ao domínio de novos conhecimentos, através de seus problemas de aprendizagem.

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    O professor deve ser flexível para trabalhar com o aluno nas estratégias sociais, mantendo um diálogo constante para facilitar na mediação para que todos tenham um bom entendimento em sala de aula, possibilitando-o de identificar as dificuldades de cada aluno. No que se diz respeito à problemas de aprendizagem, é de suma importância que o professor insira práticas como a interação que envolva a participação dos alunos nas discussões, auxiliando–os no desenvolvimento da aprendizagem ao serem estabelecidas relações com as experiências de cada um. […] outro saber fundamental à experiência educativa é o que diz respeito à sua natureza.

    Clareza

    Como professor preciso me mover com clareza na minha prática. Preciso conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da prática, o que me pode tornar mais seguro no meu próprio desempenho. (Freire 2005, p. 68).

    Observamos que assim como o trabalho do pedagogo ou de outros profissionais em ambiente escolar, também deve ser multidisciplinar em si, não somente no observar e buscar os resultados, tendo noção do tempo e do espaço da criança em seu meio e cotidiano, estimulando explicitamente o desenvolvimento de sua aprendizagem cognitiva e pessoal, a relação afetiva com o pedagogo durante a aprendizagem também é de importância ser estabelecida, tendo com o indivíduo, um vínculo positivo.

    Conclusão

    Conforme leitura em pesquisas sobre as estratégias sociais, observamos que os autores esclarecem que o trabalho de um professor é intervir positivamente no desenvolvimento do educando, assim bem como propor atividades e estratégias que deixam prevalecer seu histórico social e afetivo, de forma lúdica e progressiva, reconhecendo gradativamente suas experiências.

    Contudo, entendemos que o diálogo é à base de um trabalho em conjunto, onde o educador e o educando aprendem e ensinam, trocando conhecimentos e experiências vividas e esse processo é construído pelas duas partes, desta forma, o conhecimento não é apenas passado e sim trabalhado e internalizados.

    Referências

    FONSECA, Vitor da. Aprender a aprender: a educabilidade cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 1998. FREIRE, Paulo. Pratica docente, reflexões. In: ______. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro. Ed. Paz e Terra, 2005, 42.ª edição. Cap. 1, p. 30-50. GARDNER, Howard. A Criança Pré-escolar. In: ______. Mentes que criam .1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Cap. 1, p. 45 KLEIN, Melanie. A psicanálise de crianças. In: ______. A psicanálise de crianças. Rio de Janeiro. Editora: Imago, 1997, 14° edição. p. 23. LENT, Robert. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais da neurociência. São Paulo: Atheneu, 2001.

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    Meu nome é Marinalva Gomes Silva graduada em Pedagogia e Artes Visuais. Tenho 55 anos, sou natural da cidade de São Paulo. Atuo na educação há 26 anos, dentro das redes particular, estadual e municipal, como professora e gestora. Consciente de que não existe uma solução única que sirva para todos os indivíduos, nos últimos anos procurei me especializar. Desta forma, conto com várias formas de atuar na busca da melhor solução individual e acredito que podemos criar um mundo melhor através da diminuição do sofrimento humano. Coloco-me a serviço deste princípio em todas as dimensões da minha vida. Minhas especializações são nas áreas da educação e psicologia da educação (Psicopedagogia; Educação Especial-Deficiência Intelectual; Psicomotricidade e aprendizagem; Gestão de Políticas Públicas; Neuropsicopedagogia; Transtornos Globais do desenvolvimento e Comunicação Alternativa; Neurociência e Aprendizagem; Dificuldades na Aprendizagem; Docência do Ensino Superior) e, ao longo de minha carreira, atuei em sala de aula com a disciplina de psicologia – para o ensino médio, até 2008, quando a mesma foi retirada do currículo. Após esta experiência passei a lecionar para o ensino superior, de acordo com minhas habilitações. Tenho, também, experiência com atendimento a medidas sócio-educativas: Liberdade Assistida e Prestação de Serviço a Comunidade, como prestadora de serviço à Vara da Infância e Juventude e, no Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (NAAPA), pela Prefeitura da cidade de São Paulo, com atendimento a crianças que apresentem dificuldades para a aprendizagem. Sempre estou em busca de aprimoramento profissional. Atualmente acúmulo funções, como professora da Rede Pública Municipal de São Paulo e as demais experiências citadas a acima.

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