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O que é Inteligência Artificial? Princípios e psicologia

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Muito se escuta falar sobre a Inteligência Artificial, mas o que será que isso? Neste post, buscamos explicar mais sobre esse tema. Ademais, mostramos como ele está relacionado à psicologia. Então, confira agora mesmo!

O que é inteligência artificial?

A primeira pergunta que fazemos aqui é: o que significa inteligência artificial? É um sistema que tem um agrupamento de várias tecnologias. São exemplos os algoritmos, sistemas de aprendizado e redes neurais. Eles conseguem simular as capacidades humanas que estão ligadas à inteligência.

A inteligência artificial (IA) pode desenvolver um raciocínio lógico, entender o ambiente externo e ter habilidades para tomada de decisão. Então, o conceito de inteligência artificial está, de alguma forma, ligado à capacidade de resolver as atividades do dia a dia.

Isso tudo de forma inteligente e possuindo a tecnologia como principal aliada. Além disso, as IAs também têm a possibilidade de “aprender por si mesmas”. Como elas possuem sistemas de aprendizagem que podem analisar um grande volume de dados, isso as ajuda a ampliar seus conhecimentos.

Saiba mais…

A inteligência artificial é um campo da ciência que tem como objetivo desenvolver máquinas capazes de realizar atividades humanas. Todo esse processo é feito de forma autônoma. Ou seja, o equipamento pode realizar essas tarefas sem ajuda de uma pessoa.

Claro que essa máquina terá em sua programação alguns comandos que são feitos por humanos.  Um exemplo disso é o reconhecimento de voz e visão, além de outras tecnologias.

Agora que já sabemos sobre o significado de inteligência artificial, vamos compreender como essa tecnologia pode ser usada na psicologia. Então, confira o nosso próximo tópico.

Psicologia da inteligência artificial

Parece até coisa de filme ter essas duas áreas tão diferentes podendo trabalhar juntas. Mas saiba que a IA na psicologia pode ser muito produtiva, além de trazer benefícios para quem a usa. Mesmo sendo disciplinas tão diferentes, elas se interligam de alguma forma.

Aliás, ambas têm o mesmo conceito. Elas analisam ou têm os processos mentais, comportamentais e emocionais. Então, de certa maneira, elas têm uma mesma base que guiam o trabalho de cada área.

Agora, vamos ver nos tópicos abaixo algumas áreas da psicologia que têm a inteligência artificial como ferramenta.

Neurociência

A Neurociência estuda o sistema nervoso de forma científica. Por sua vez, a IA ajuda aprimorar os estudos feitos nessa área.

Organizacional

A psicologia organizacional é uma vertente dessa área que busca desenvolver práticas e estratégias para o ambiente corporativo. Nesse caso, a IA auxilia no processo de seleção de pessoas para um determinado trabalho.

Um exemplo disso são aqueles questionários comportamentais feitos em plataformas de recrutamento. Eles geralmente já possuem um resultado, sem a necessidade da avaliação de uma pessoa.

Psicologia educacional

No campo educacional, a IA também se faz presente. Ela se apresenta para abordar um processo de aprendizagem que seja eficiente. Só para ilustrar essa realidade, já temos sistemas de tutores inteligentes, neuroeducação e a robótica educacional.

Forense

Damos o nome de “forense” a um conjunto de conhecimento técnico e científico que tem o objetivo de desvendar crimes ou assuntos legais. Nesse contexto, a IA é útil ajudando a realizar simulações de crimes, por exemplo.

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    Como você viu, tem muitos campos da psicologia que são favorecidos por causa da IA. Porém, essas duas disciplinas contribuem para outros segmentos de estudos a fim de auxiliar outras áreas da sociedade.

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    O que futuro nos reserva?

    Hoje em dia, já vemos os progressos da IA sendo usados para ajudar nos processos terapêuticos. Um exemplo disso, é o uso da realidade virtual para o tratamento de fobias. Por isso, esse avanço pode ser benéfico para todos que a utilizem.

    Além disso, já temos projetos de robôs que são capazes de compreender as emoções humanas. Pois é, o futuro já começou, não é mesmo? Também já está em andamento robôs assistências que auxiliam pessoas que têm a doença de Alzheimer.

    Não para por aí, há outros projetos que visam ajudar a vida das pessoas que precisam de alguma assistência em mobilidade.

    Realidade virtual

    Já falamos aqui no nosso post sobre a realidade virtual. Se você não sabe, essa é uma tecnologia de interface entre a pessoa e um sistema operacional. Por meio de imagens 360° ou recursos gráficos 3D, é possível sentir que está de verdade em um ambiente virtual.

    Essa tecnologia foge daquela ideia que temos quando falamos de IA, pois logo pensamos em robôs que têm características humanas. Aliás, é com a realidade virtual que muitos pacientes utilizam em seus processos psicoterapêuticos. Pois, é possível usar essa tecnologia para tratar pessoas com fobias ou estresse pós-traumático, por exemplo.

    Sobre as questões éticas

    Quando falamos sobre usar métodos revolucionários que podem ajudar o nosso bem-estar, não pensamos sobre ética. Contudo, quando lidamos com pessoas, é necessário lidar com diversos temas que exigem que uma ética de trabalho.

    Vamos trazer essa discussão para um exemplo do dia a dia. Quando fazemos uma instalação de um aplicativo no nosso celular, precisamos concordar com as condições do app. Geralmente, não lemos os termos, mas temos a ideia de que, se todos aceitam, também podemos fazer isso.

    Com essa atitude, acabamos delegando a outras pessoas decisões que deveriam ser de nossa responsabilidade. Pois, essas permissões de apps concedem o direito de observar os nossos hábitos em certas redes sociais a fim desses dados serem compartilhados com outras empresas.

    Entenda mais…

    Trazendo essa ideia para o contexto de uma relação entre psicólogo e paciente, o profissional é governado por um código de ética. Pois, ele tem a ciência de que há regras que precisam ser cumpridas e se ele as violar, precisará responder à autoridade competente.

    Nós estamos discutindo sobre um certo nível consciência que, por mais que a máquina seja moderna, ela nunca conseguirá alcançar. Então, a grande questão é que pode haver perigo no compartilhamento de dados que são muito sensíveis para que uma tecnologia possa processar.

    Além disso, a programação de linguagem dessa máquina não é coberta pelas normas e os códigos de ética. Essas regulamentações são essenciais para o trabalho de um psicólogo. Então, muito dificilmente esse profissional poderá ser substituído por um IA. Porém, não podemos negar que essa tecnologia poderá ser um aliado numa terapia, por exemplo.

    Considerações finais sobre inteligência artificial

    Com esse resumo de inteligência artificial, você entender melhor sobre esse termo e como ele está presente na psicologia. Mas, vale ressaltar que, assim como as demais áreas da psicologia, é preciso de uma orientação profissional a fim de poder usufruir dessa tecnologia.

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