20 thoughts on “7 idiotices do livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não ser Idiota

  1. Amigos, vocês estão precisando urgentemente de revisão de textos.
    Abandonei a leitura depois de contar o 21º erro grosseiro (isso antes de chegar na metade do artigo).
    Eu havia pensado em fazer um curso com vocês, mas essa absurda falta de controle de qualidade depõe contra a credibilidade da instituição.

    1. Olá, Diego, tudo bem? Publicamos 5 artigos por dia (ou mais), alguns são de nossos alunos. É um grande esforço de construção de conteúdos, não existe ninguém em língua portuguesa que tenha um site com conteúdo similar nas áreas de psicanálise, psicologia e cultura. E não é só quantidade. Não nos julgue apenas por um texto. Vamos considerar sua crítica não como sendo um alinhamento ao Olavo de Carvalho, mas sim como uma crítica “construtiva” e vamos revisar gramaticalmente o texto. Aliás, seu comentário contém um erro gramatical: o correto é “chegar à metade” e não “chegar na metade” (nossa crítica construtiva). Sendo reciprocamente legítima sua intenção, veja alguns depoimentos de alunos e veja a lista completa de artigos de nosso blog, talvez sua impressão a nosso respeito se modifique.

      1. Primeiramente, a correção feita ao comentário do Diego está errada. O verbo chegar é regido tanto pela preposição “a”, como pela preposição “em”. O uso de décadas já consagrou o último caso. A análise feita pelo Diego é precisa. É um texto muito mal escrito, sobretudo porque, embora pretenda mostrar sete idiotices do livro, não há uma só crítica às palavras do Olavo, apenas a transposição do que está escrito no livro para esta página. Isso sem falar da construção dos períodos e orações: assemelha-se à obra de um aluno do Fundamental I.

        Dito isso, vamos à cereja do bolo. Na parte “a problemática do termo idiota” não se vê senão a choradeira do que parece – e muito! – o discurso do Paulo Freire, de que não há alguém que ensina e alguém que aprende, mas que todos aprendem igualmente, na medida dos seus saberes diferentes, ou qualquer outra baboseira sócio-construtivista. O fato é que o professor está acima do aluno. Isso só é negado por pretensos pedagogos, enganadores e charlatães, mesmo aqueles que, negando a hierarquia pedagógica, querem vender cursos nos quais têm “muito a ensinar”.

        Vocês não possuem a menor competência para criticar o Olavo. Primeiro, recomendo que estudem o vernáculo; depois, pedagogia de verdade; por fim, se sobrar tempo, podem se aventurar na filosofia, uma vez alfabetizados.

        1. Seus comentários estão totalmente desconexos, algo de um nível quase olaviano. Olavo de Carvalho não foi filósofo. Era um astrólogo que viu que, pregando ódio e polemizando contra a ciência, teria mais visibilidade do que a sua condição intelectual lhe permitiria. O que Olavo de Carvalho fez foi empoderar pessoas intelectualmente medíocres (como ele) para, na era pós-verdade, colocarem suas crenças como se fato fossem. Parafraseando seu livro, o mínimo que ele deveria saber para não ser um idiota seria: vacine-se para não morrer de covid. Voltando à correção gramatical: “chegar em” é chegar sobre alguma coisa; chegar a um destino rege a preposição “a”. Assim, não seria “chegar na metade” (você não foi montado nela), e sim “chegar à metade”. É só para constar mesmo. O seu perfil tipicamente olaviano (como em seu guru) dificilmente estaria aberto para realmente aprender alguma coisa. Felizmente, a onda olavista já estava em declínio junto com os intolerantes fascistas que ela ajudou a eleger. Mesmo assim, vão sempre sobrar uns 12% para defender as teses e os “pensadores” (rs) mais ignomiosos.

          1. Repare como o expediente utilizado pelo olavete que criticou o texto (o sujeito aí embaixo também) é o método que o “mestre” dos imbecis ensinou. Em nenhum momento ele refutou o conteúdo do texto, a matéria em si. Não, ele Inventou um *erro” de português para tentar desqualificar o autor do texto, na velha e manjada tática de envenenamento do poço. Essa técnica suja e escrota que o guru ensinou é tirada do livro “38 estratégias de vencer um debate sem ter razão”. Esse foi o único livro que o Olavo realmente leu até o fim (ele é comentador do livro) – porque esse livro interessava à técnica de dominação de seita que ele iria implantar. Todos os outros autores que Olavo crítica ele lê no máximo até a página 1 ou 5, como descobriu um aluno dele, que foi conferir nos livros as merdas que Olavo dizia. Enfim, nós ainda vamos nos deparar com essa legião de idiotas arrogantes por um bom tempo. Mas, a tendência é eles voltarem ao lugar de onde nunca deveriam ter saído. Já dizia Umberto Eco: “a internet deu voz ao idiota da aldeia”. Lembrando, ainda, um grande escritor brasileiro: “os idiotas perderam a modéstia”. Em tempo: rolei de rir outro dia quando um olavete disse que o guru tinha lido 5000 livros…

        2. Mesmo que a gente admita uma leitura hierárquica, o fato é que, para ser professor, espera-se que o ser humano seja minimamente qualificado, não é? Coisa que Olavo nunca foi.

    2. A típica postura do sujeito mimado e narcisista, que não pode aceitar o pensamento divergente: “eu ia me inscrever no curso, mas, já que falou mal do mestre Olavo, a instituição não presta”. Até parece que uma pessoa assim queira mesmo estudar psicanálise. Sinceramente.

    3. Idiotizados, se valem da velha premissa facista de desacreditar o argumento do outro, atacando a pessoa “argumentum ad hominem” e não o argumento em si. É o único método de que dispõem.

  2. Qual falta de acutilância, qual falta de capacidade argumentativa. É caso para se dizer: “quando Pedro fala mal de Paulo, sabemos sempre mais sobre Pedro do que sobre Paulo”. Criticas fracas e muito mal fundamentadas. Já li o livro do Olavo, mesmo sendo estrangeiro e não tendo qualquer interesse partidário, percebo onde ele quer chegar. Isto leva-me a pensar que as “críticas” (se é que se podem chamar isto, dessa forma) ou são de falta de preparação ou desonestidade intelectual. Não obstante, as duas são lamentáveis e condenáveis. Argumento “ad hominem” no seu expoente máximo.

    1. Um pouco difícil conceber que alguém tolere a leitura completa deste livro sem uma grande afinidade ideológica, por ser um conteúdo tão superficial (especialmente considerando o campo de saber da filosofia) e cheio de preconceitos. Seu comentário também nos diz muito sobre você, Sérgio.

    2. O que você poderia fazer é pegar os 7 itens chamados de “idiotices” neste artigo e justificar a razão pela qual seriam eles científicos e filosóficos. Mostrar os fundamentos desta filosofia. O artigo fez um bom trabalho ao elencar e justificar 7 exemplos de inconsistências do autor. Mostre que você não é preguiçoso e faça o contrário, provando-nos a validade científica do livro. Por favor…

  3. Um debate acirrado , eu acredito que todos estão a procura da verdade. E óbvio que todos têm alguma inclinação. Seja ela divina ou satânica. Agora é válido sempre uma argumentação. Dizer apenas que um conteúdo é de péssima qualidade ou não tem uma estrutura coerente , não significa que ele não possa ser levado em consideração. Aliás o debate é sempre necessário para que possamos nos aperfeiçoar. O Olavo tem ideias interessantes, por outro lado ele cadece de delicadeza. De qualquer modo foi boa essa abordagem contrária. Glórias ao Deus de Israel eternamente.

  4. Ótima explicação. Acho que todos que leram este livro, ou que são fãs do Olavo, precisariam ler este artigo para terem um contraponto. Na minha opinião ficou bem claro que este autor era um baita oportunista, com ideias simplórias. Só ganhou audiência porque uma parte da sociedade (a parte mais intolerante) queria ouvir isso.

  5. Estou engatinhando neste vasto conteúdo do saber filosófico, acho interessante as ideias do Prof. Olavo de Carvalho, contudo estou procurando contrapontos para não tomar verdades distorcidas. Vi o título deste artigo e fui ler acreditando ter encontrado um contraponto consistente. Porém não consegui interpretar desta forma.

    Fiquei chocado com o desespero do site em desconstruir os comentários críticos apenas rotulando por “olavista”.

    Mesmo engatinhando já posso dizer: muito fraco!

    1. Jairon, você pode deixar mais claro o que você discorda em nosso texto? Ou é só o seu lado “fã” que está dizendo isso? Um bom caminho: foram listadas 7 idiotices, pegue UMA delas que seja e crie um comentário nos explicando e embasando essas ideias em termos científicos ou filosóficos. Uma só, vai. Sem preguiça. Aguardaremos ansiosos.

  6. Interessante artigo. Desmontou os olavetes na base rs… Nenhum conseguiu comentar com argumentos técnicos, apenas as fake news e o pensamento preguiçoso que marcam este escritor e seus fãs.

  7. Muito interessante o texto. Deu pra ver que sr. Olavo nem tinha onde embasar seus argumentos. Uma filosofia do puro achismo, de fake news e de ódio. Se ele tem leitores, é porque são pessoas que querem respostas fáceis e intolerantes como Olavo também gostava.

  8. Na Real a Vida em si é Escola, porém muitos passam por ela sem nada aprender! Ontem peguei o elevador com um vizinho que tem 12 anos a mais que eu. Percebi que ele evitou olhar para mim que estava com máscara! Não sou médico, mas sei que Decretos Não extraditam virus, assim como sei que através do leite materno a criança se alimenta e, inclusive se imuniza, dessa forma, ouvir que crianças de colo que estão sendo vitimadas pela hepatite e quererem dizer que por não terem sido vacinadas, Não podem atrelar o adoecimento à vacinação, é subestimar a minha (pouca) inteligência, quando os proprios laboratórios exigiram cláusula de isenção (Não terem que Indenizar) pelos efeitos colaterais (consumados) das vacinas que produziram; um deles até polemizou bem para garantir tal cláusula!

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