ritual de passagem

Psicanálise: um novo ritual de passagem

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O presente artigo, Tibor Simcsik abordará a psicanálise como um ritual de passagem.

Pensando bem… Há tantos rituais em nossas vidas… Será quantidade ou qualidade? Será problema ou solução? Será masculino ou feminino? Será decifrado ou insolúvel? Será LGBTQUIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros (transexuais e travestis), Queer, Intersexo, Assexuais e mais) ou Ser Humano M&F (Masculino e Feminino)? Será valor ou desvalor? Será causa ou efeito?

Ritual de passagem – Uma incógnita ou um novo campo?

Pensando bem, lembramos o saudoso Chacrinha Abelardo Barbosa, “Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar” com a incógnita Sábio ou Palhaço? Pensando bem… Psicanálise é tudo isso e nada disso, pois convive em cada Ser Humano com uma palavra: dependente…

Palavra que é completada por uma série de incógnitas, sendo uma delas novo que dá acolhida para este artigo como ritual que chama como adjunto a passagem para algo melhor e maior, contrapondo-se com o pior e/ou o menor. Raramente ficaremos no igual, naquilo dito popular, era bom (ou mal) como é que estava… Vamos seguir no melhor e no maior, por questões óbvias rotuladas como o progresso, a mudança, a atualização e a comparação “com tudo que está aí…”, sem esquecer um pequeno detalhe perceptível no ditado, “Por último, mas não menos importante (ou, no original: last but not least)”.

Detalhe observado no novo campo de estudos que sugere uma renovação contínua da Psicanálise pelo estudo detalhado da mente humana, uma incógnita que está sendo acompanhada “pari passu” por pesquisas contínuas, consideradas análises “a passo igual” ou “simultaneamente” em várias partes do planeta terra. Daí surge a necessidade de detalhar partes do que denominam como “Ritual de Passagem” e, só para lembrar, uma rápida consulta ao Google nestas três palavras, colhemos mais de 13.600.000 resultados.

Mudanças de status e o ritual de passagem

Optamos pelo simples índice adaptado para este trabalho, ou seja, aquele de ser uma “celebração que marca mudanças de status de uma pessoa, no caráter social, comunitário ou religioso, no seio de sua comunidade e que marcam momentos importantes na e da vida pessoal”. Este artigo faz parte de uma celebração, pois é resultante de uma delas, ou seja, de um Estudo (ou Curso) de Psicanálise.

Não apenas este documento (considerado artigo), mas todos os demais publicados pelos diferentes meios de comunicação e que tenham no seu conteúdo, situações ou campos que, já estudados, merecem “approaches and methods” nas diferentes, ou pelo menos, nas novas e dinâmicas maneiras não apenas de estudar, decora, mas algo além, pensar, argumentar, criar e escrever, sem medo de errar e sofrer por ele, ou acertar e se regozijar por ele, algo acima daquele contentar-se e calar-se…

Um ritual de passagem é questão de interpretação dos interessados na Psicanálise Sistêmica, pois não existe “comes e bebes grátis” seja em qualquer tipo de reunião de Seres Humanos. Exemplos são o vodu, uma sessão espírita, uma missa no Centro Espírita Deus Reina na Umbanda (com o propósito de defender a diversidade nas formas de ser, agir, pensar e crer) ou, num caso mais simples, a primeira consulta com o analista.

Psicanálise e o ritual de passagem

É momento de lembrar o mestre Abelardo. Simcsik (2020, pg 105 – 2º §) escreveu, como modelo “o vodu é uma questão de “saber fazer” o que não adianta muito pois se não há “vontade de fazer” não abre caminhos para descobrir que tipos de barreiras iremos encontrar, o que determina para os especialistas o que “é possível fazer e ter”. O mesmo autor idealiza que: “ vodu (idem 5ª§) não é só dançar em volta de um caldeirão fumegando, fumar um santo daime ou maconha, (ou outra droga qualquer), bater um tambor ou o próprio peito, ou coisas semelhantes, mas sim saber a própria (sua) capacidade de empoderamento perante a família ou a sociedade que V. pretende atingir.”

Estamos despertando mais uma incógnita entre tantas outras, mas abrimos caminhos ou ideias, para um NOVO campo? Esta pergunta tem uma resposta única possível do leitor ou encontramos vários caminhos na busca de algo que até os próprios analistas e até leitores devem, por obrigação de ofício, desconhecerem.

No artigo acessado em 10/11/2021 no Google sob o nome “A Constituição do Espaço ou Campo Psicanalítico’ do Prof. do Inst. “Sedes Sapientiae” Homero Vettorazzo Filho, Médico e Psicanalista ele detalha que a situação forma e: “Toma questões enfrentadas pela psicanálise no momento atual como ponto de reflexão, que pensado metapsicologicamente pode propiciar uma abertura no campo analítico em função de uma escuta mais eficaz ao sofrimento das subjetividades contemporâneas”. Logo a seguir ele afirma que: “podemos prosseguir desenvolvendo a metapsicologia psicanalítica e mantermos a psicanálise viva dentro das atuais demandas do sofrimento humano na sociedade contemporânea”.

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A pergunta do sub-título e o ritual de passagem

Tentando argumentar para responder a pergunta do sub-título, encontramos aquela alegação do “dpende” e concordamos porque qualquer resposta, bem fundamentada, permite o livre debate como afirmado em Simcsik citado, na pg. 157: “Assim, a ligação interna da mente está diretamente dependente do comportamento externo e de toda a simbologia dinâmica de um EaD (Ensino a Distância)” e adicionamos agora: “ou outro ensino qualquer, presencial ou não. – e a sua valorização pelo usuário.”

Da mesma maneira cria-se uma possível “relação da psicanálise com o social e com o político” (Módulo 12, pg 9, Psicanálise Clínica – IBPC) e todo o sistema de Diálogo entre os dois polos: O ensino e o Aprendizado.

Cultura material e imaterial– Comportamento estranho

Normalmente reconhecemos que comunicar não é dialogar, portanto existe algo “estranho” no campo morfogenético onde duas forças constroem o denominado de “sentimento do estranho”, na dicotomia do familiar ou daquele estrangeiro desconhecido invasor, do namorado ao amante, que Freud comenta como ser, na nossa interpretação, o recalcado versus o pensamento mágico. Há outras interpretações deste pensamento como o onírico e o transformativo. (mais detalhes em Rev. bras. psicanál vol.46 no.2 São Paulo abr./jun. 2012 conjugado com pg 44, item D-2 do Livro Pense e Pule para fora das Caixinhas, deste autor, do Clubedeautores.com.br).

Os campos morfogenéticos podem ser entendidos como ordens e estruturas que dão e mantém a forma dos padrões de comportamentos (ex.: Exercícios mentais e corporais para manter os dois sadios). Um corpo sadio alivia a alma e o corpo para a meditação. Sobre este aspecto, reduzimos o enfoque para três formas de pensar: o pensamento mágico, o pensamento onírico e o pensamento transformativo.

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    Qualquer caminho que um cientista ou até neófito da ciência, quiser pesquisar, por exemplo, a Psicanálise, sabe que qualquer forma de pensar, no caso as 3 mencionadas, envolvem a linguística e toda a sua crítica, onde a filosofia tenta produzir alguma estética talvez até deturpadora de outros autores, num procedimento inócuo do “déjà-vu” daquela memória que é apenas passageira porque nunca aconteceu ou acontecerá, pois a estética revela-se a longo prazo, e quando tira o véu da esperança, ainda o futuro é nublado ou escurecido pela poeira do tempo, contado em horas, dias, meses, etc….

    Sobre o prof. Vettorazzo

    Voltando ao prof. Vettorazzo no artigo mencionado, encontramos que: “A psicanálise, em função de um enclausuramento dogmático por parte dos analistas e das instituições psicanalíticas, tem perdido sua escuta séria e inquietante sobre o “estranho” que nos habita, deixando assim que o caráter revolucionário e inovador de sua origem se acomodasse num enrijecido sistema explicativo, que tem se mostrado fora de compasso, ineficiente e distante frente ao tipo de demanda, oriunda da forma imediatista que a cultura atual tem desenvolvido no sentido de se lidar com a dor, prazer e gozo”.

    Expandindo o conceito de estranho (naquela alegoria do retorno do recalcado) e ao mesmo tempo comprimindo este sentimento podemos dizer que o estranho normalmente se revela pelo seu “comportamento estranho” aquele relacionado a problemas de ordem psicológica, como transtornos de ansiedade ou o chamado obsessivo-compulsivo. (TOC). Encontramos termos como ataques de pânico e/ou estresse pós-traumático, dependendo da fala e/ou das experiências dos limites do eu, a ligação com uma condição primitiva da constituição do psiquismo e a problemática da repetição que o acompanha, assim como suas vinculações ao tema do fetiche e da relíquia.

    É assunto para muitas linhas e livros, pelo qual concordamos, de maneira que iremos procurar o caminho mais suave, porém, íngreme. Hoje, graças a cursos como do IBPC há uma atenção para os textos de Freud, onde se busca destacar, além do campo psicanalítico, os envolvimentos com os campos da linguística e seus estudos literários, da resultante crítica e subjacente a filosofia do trabalho do pesquisador e estudantes de psicanálise. De acordo com pesquisas, as pessoas ficam motivadas a atuarem com algo, desde que os atos e fatos satisfaçam as três necessidades psicológicas: competência, autonomia e correlação.

    Promovendo as necessidades – Leitura e Resenhar

    Conhecendo nossas necessidades, particulares, individuais e até grupais, com seus limites, desejos e até sonhos, procuramos disciplinar os mesmos através das formações e informações acadêmicas e, sem dúvida, e principalmente da interpretação das leituras, anotações e pesquisas próprias. Partindo do fato que toda leitura exige do interessado uma interpretação das palavras, dos sentidos e principalmente, do subjacente modo de pensar no texto ou seja, não é apenas uma superficial compreensão, mas uma porta que se abre muito além desta que está sendo apresentada por intensas ou marasmas palavras de uma ou mais páginas de apostilas, livros ou mesmo telas de computador.

    Aberta a porta e escancarada a janela do saber, o bom senso procura entender por onde o vento do conhecimento entra, trazendo mensagens elucubrativas pois emergem das sombras das horas onde o repousar mental é turvado por ideias, frases e até assuntos, instituindo-se as chamadas atmosferas conspiratórias, desenhando pensamentos persecutórios, onde momentos paranóides originam suspeitas, mal entendidos, e no auge, vinganças e até mortes. Situação encontrada entre torcidas fanáticas de qualquer esporte, entre políticos pertencentes a Partidos indefinidos em suas posições, grupos ou gangs disputando pontos de tráfico ou de prostituição.

    Permeia esta situação, os aproveitadores que no centro do trauma pregam a vantagem do “deixa como está para ver como é que fica…” É a inércia produtiva ou autodestrutiva na incapacidade de dialogar… Toda a resenha exige do interessado – sujeito – uma visão construtiva de relações entre a causa de interesse – objeto – e o conhecimento e detalhamento das propriedades em análise. Um alertar do sujeito para a maneira de procurar pontos relevantes sobre ele, neste caso a criação de uma opinião, é tentar justificar a formação ainda apoiada pelos conhecimentos Passados do objeto, reunidos agora em comentários pessoais conjugados com julgamentos de terceiros, normalmente professores ou orientadores.

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    Ritual de passagem, passado e futuro

    Um bom incentivo para o Presente e quiçá para o Futuro. Psicanalistas apoiados em estudos e livros, desde que reconheçam o valor do que está sendo motivo de leitura, análise e resenha, seja crítica ou transcrita, descritiva ou analítica, de qualquer ponto do universo que venham, possuem no conteúdo um acordo com o conhecimento do leitor ou estudioso, que permitem que valores sejam levantados e aplicados para o bem da comunidade, mesmo que seja a de um indivíduo, líder ou participante “sem nome” deste agrupamento humano.

    Os valores são diferentes em cada indivíduo no ato de ler, entender e resenhar com as próprias palavras. O ler é dogmático porque atende aos preceitos do leitor. O resenhar, é ler, entender, decifrar o subjacente e adicionar algo mais, talvez até desconhecido do próprio leitor, que assim sendo, deveria, como sugestão na ordem a seguir (ordem que pode ser alterada, conforme o conhecimento do leitor):

    a) Procurar, analisar e se possível resumir as informações do que leu.

    b) Apresentar uma quantidade suficiente de informações para TD – Tomada e Decisão do leitor.

    c) Abordar de maneira crítica as relações intertextuais

    d) Apresentar, se necessário, uma síntese e crítica sobre trabalho

    e) Cuidar da clareza do tema, a pertinência de hipóteses ou tese e a relevância do texto para o público alvo.

    f) Cuidar dos corresponsáveis por tudo acima, que participando direta ou indiretamente de uma Leitura ou Desenha, desenvolvem a técnica e a vontade de fofocar, principalmente no mundo das ciências, seja por ciúmes ou para torpedear trabalhos de pesquisa.

    Psicanálise – novo ritual de receptor e emissor

    Em nossas anotações sempre tentamos destacar um “estranho” explicitamente um possível neurótico do recalque ou ainda aquela situação de Catarse onde se busca na psicanálise um significado particular de “purificação” e em alguns extremos de “purgação”. Convém, retornando à Aristóteles que desenvolvendo, no que hoje rotulamos como “Constelações”, apresenta como “catarse” aqueles momentos de purificação das almas por meio de uma descarga corporal, onde os movimentos emocionais despertam alertas que podem promover traumas teatrais.

    Com a ajuda de artistas, o ritual de receptor e emissor são renovados continuadamente, na aplicação e treinamento no antigo exercício de purificação do espírito para incorporação das falas em estudos pelos bastidores e realizados nos “exercícios de palco”. Exercícios que no setting de trabalho, obriga até a mudança de papéis. É o novo ritual que surge na perversão do teatro do absurdo.

    Receptor e emissor são personagens deste novo cenário que possui como característica o narcisismo ou a chamada “pele grossa” onde ocorre a união teatral da comicidade ao sentimento de perda de referências do homem moderno. Paradigmas, consideramos como modelos, mas com prazos de validade muito variável, na maioria dos casos sob os dominadores locais, pois eles são dependentes e se desenvolvem a partir de contratos verbais e, mais recentemente, escritos naquele paralelo com a ciência das (in)certezas do abstracionismo ao figurativismo que, neste artigo, são apenas proporções matemáticas, celebrações linguísticas e transferências psicanalíticas entre receptor e emissor, chegamos ao auge de proposições e até das próprias purgações de paixões, do humorístico ao trágico. ]

    Pensar, escrever e falar

    Uma imensa gama de variações de pensar, escrever e falar. Neste último caso com o psicanalista, atento as expectativas de Ordens e Ameaças do paciente, impaciente… São os estranhos comportamentos psicanalíticos, pouco esclarecidos em momentos públicos, que são mais comentados em particular, onde podemos encontrar na oposição familiar versus o “estrangeiro”, alguns casos que nos remetem às distorções e distinções primitivas entre o eu e não-eu (ou no popular estou dentro ou estou fora).

    Lembrar e sugerir o romance “Mar da fertilidade”, do escritor Yukio Mishima, onde há um aclame ao ser ditatorial em alguns momentos, estranhas ao leitor costumados com obras que parecem constituir um parêntese especial, neste caso envolvem desde a questão do fetiche e da relíquia, e são analisados na figura do Estranho ( aquele que entra em nosso consultório pela primeira vez…). Voltando ao professor Vettorazzo encontramos que o psicanalista é “…um emissor e um receptor.

    Um enunciado e do outro uma enunciação. Bateson propôs o termo metálogo, em lugar de diálogo…quando a linguagem serve à comunicação e metálogo quando serve ao mal-entendido. … na família um… diálogo que denominou de duplo vínculo, que funciona como uma espécie de diálogo sobre o próprio diálogo, uma espécie de metalinguagem. (Fonte: [email protected], Cód. impressa ISSN 1519-9479, Cogito vol.11 Salvador out. 2010, O poder do grande Outro, J.Gerbase, da Ass. Cien.Campo Psicanalítico).

    Um novo ritual de passagem

    Um estudioso do assunto e que tenha conseguido estabelecer uma base na prática conciliatória, consegue debulhar a ideia da dialogia, englobando toda a espiga das variantes, seja: ‘dialógica’, “dialógico” ou mesmo “dialogismo”, etc… O resultado do estudo/leitura é uma “relação momentânea entre locutor e interlocutor que fazem esforços, úteis ou inúteis, para obterem uma linguagem comum, isto é, que um e o outro, possam compreender e com a devida antecipação promover a estrutura da resposta.” (livro do autor, 2da ed., co-me-ar, 2021, pg. 74, Ed. Clubedeautores.com.br/tibor).

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    Há um detalhe jurídico, pois paradigmas são modelos e como tal, juízes e promotores estão “ligados” mais a justiça em geral, sempre dividida entre Público, Privado e Difuso, recebe questões iguais, mas que alguns especiais, na doutrinação e formação humanística, conseguem colocar uma roupa mais moderna, bem no estilo das terapias que estejam tendo maior procura, como a psicanálise. Mas, quando aproximamos a lente psicanalítica observamos uma hipocrisia (des)humana destes dirigentes.

    Penso que a questão se trata mais de sa do lugar de um saber defensivo e somente interpretativo e voltarmos a pesquisar e nos interessarmos pelo o que está acontecendo conosco analistas e com nossa prática clínica. Este artigo pode ser um despertar para um novo dia. Mas quem estará nos aguardando nos corredores dos fóruns pela grandes, médias e pequenas cidades? Podemos, portanto, voltar a pensar, criar, pesquisar e desenvolver teorias e a partir de um próprio trabalho clínico, mas tendo sempre em mente nossa pesquisa e o momento cultural em que estamos inseridos, chegamos ao que é gerador de sexualidade e de inconsciente.

    O novo ritual de passagem e o encontro analítico

    O encontro analítico é um ato, vivo, pulsional e não uma conversa explicativa e dogmatizante. Daí, para participantes culturalmente conhecedores só resta Comunicação ou Dialogar… Ou voltarmos a barbárie de duelos onde sempre um deverá morrer.

    Estes artigos se encontram na pequena banda constituída entre os dominados e os dominadores, ou seja, a banda da liberdade da expressão e da coerência entre a verdade e a mentira. Sem meios termos. Resultados, todos, repetimos, todos somos eternos aprendizes.

    Mas “só depende de quem lê, da bagagem cultural e empresarial que trazem e na grande vontade de crescerem ao aprenderem e apreenderem o algo “diferente” … (Fonte: Recursos Humanos, Simcsik, T. , pg 72)

    O que é ser um eterno aprendiz no ritual de passagem

    Não existindo resposta correta ou completa, nos contentamos fica no “meta” uma pequena palavra como elemento de formação de grandes palavras. Meta é de origem grega trazendo em sua configuração, até egoísta, a ideia que exprime mudanças e transformações necessitando da união ou de um acordo, com os defensores ou atacantes do ser humano agindo do simples contestar seguindo a voz do povo, dirão a de Deus, como aceitar aquele que se diz científico e prova a hipótese que se transforma em tese.

    Uma ideia predominante é a de nível superior, maior generalidade no vocabulário filosófico do metá, algo do além de, e muito mais para além de. Uma união do presente com o futuro. O eterno aprendiz é o estudante do amor ao próximo, para a relação humana para a cura, seja pelo amor ao “doente” ou deste para com o analista.

    O universo de um consultório, aquele chamado “mundo psicanalítico” é muito elástico e flexível nos seus parâmetros acadêmicos, pois sempre deverá estar apoiado ou solidificado nas necessidades do “cliente” ou futuro analisando. O eterno aprendiz é aquele que sabe pesquisar e construir paradigmas para uso próprio, para comparar os escritos e no mundo psicanalítico em eterna construção devido a flexibilidade da mente humana, e na dúvida, reconhecer a necessidade de Integração ou Acolhimento as suas ideias.

    Considerações finais sobre o ritual de passagem

    O eterno aprendiz possui “O comportamental de Relações Humanas (décadas de 1930/1940), no também chamado Comportamento Participativo (1980/1990) – adendo: o Comportamento Tecnológico (2000/atual) – ocorre através de um inter-relacionamento e de transações contínuas(…) e atividades buscando alcançar os objetivos(…) dos empregados.” (Fonte: Excelência em OMIS – Simcsik, T. ), conjugando com a personalização pelo pertencimento físico e a realização pela apresentação, como o presente artigo, dos objetivos e objetos que podem ser identificados como transacionais, ou no aspecto de Freud:

    1) Transferências como Atenção ao cliente;

    2) Resistências aos novos pares, mesmo divergentes e,

    3) Identificar fatores críticos principalmente para deslocamentos fugitivos de Freud.

    O ETERNO APRENDIZ, em resumo, é ser FELIZ no que aprende. Apreende, aplica e replica, sempre em busca do FATOR CRITICO de sucesso de Freud: A CURA.

    Bibliografia

    1 – IBPC- Instituto Brasileiro de Psicanálise Clínica, – Curso de Formação em Psicanálise Clínica – Módulo 12, pg 9. 2 – [email protected] Periódicos Eletrônicos de Psicologia: Revista. Brasileira de Psicanálise –. vol 46, nº 2, SP, abr/jun, 2012 – Sobre três formas de pensar: o pensamento mágico, o pensamento onírico e o pensamento transformativo. Thomas H. OgdenI; Tradução de Alain François; Revisão de Susana Muszkat. 3 -SIMCSIK, Tibor. Livro: PENSE e PULE Fora das Caixinhas ID, Superego e Ego – 2021 com Capa: “Menina ao Sol” de Fernando Cobra. Abordagem na LIBERDADE da ARTE envolvendo-se com Freud, Surrealistas, Impressionistas e Iluminismo, na união ALMA, ESPIRITO e ENERGIA. 1ª Ed. 2021. Acesso: www.clubedeuatores.com.br/tiborsimcsik. 4 – SIMCSIK, Tibor. Livro: EXCELÊNCIA em Organização, Métodos, Informação e Sistemas – 1º Vol. Coleção: Arte Encontrada. 2011, Pg 11, com adendo do autor. Acesso: www.clubedeuatores.com.br/tiborsimcsik. 5 – SIMCSIK, Tibor: Livro: RECURSOS HUMANOS – Reflexões no APARHum , Tomo II da coleção Caminho de Santiago de Compostela de VII volumes, pg 72.

    O presente artigo foi escrito por Tibor Simcsik([email protected]). Psicanalista sistêmico e COnciliador, MEdiador e ARbitro Familiar e Empresarial-Autor livro CO_ME-AR por CO/NE (COmunicação e NEgociação). Autor de livros de RH e TI.

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