Você sabe o que é hipomania? Pois, esse é um transtorno que pode atrapalhar a vida de uma pessoa. Então, confira nosso artigo para saber mais

Hipomania: significado em Psicologia

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Você sabe o que é hipomania? Pois, esse é um transtorno que pode atrapalhar a vida de uma pessoa. Então, quando não acompanhado de forma correta, pode ocasionar outros problemas psicológicos e sociais.

Por isso, saber identificá-la é importante para dar início a um tratamento mais adequado. Portanto, continue a leitura para entender o que é hipomania. Ademais, seu impacto na vida do paciente e como amenizar os sintomas.

O que é hipomania?

Nesse sentido, a hipomania é um transtorno psicológico semelhante à mania. Contudo, ele se dá de maneira mais leve. Assim, os sintomas das duas são parecidos e, em geral, configuram um quadro de bipolaridade. Porém, só um psiquiatra é quem deve fazer a avaliação de forma mais precisa.

Apesar de todas as semelhanças que causam confusão entre mania e hipomania, cada uma tem suas particularidades. Logo, essa diferenciação é fundamental para evitar tratamento inadequado.

Isso porque o maníaco possui comportamentos e traços muito mais difíceis de controlar. Portanto, a mania exige cuidados mais rigorosos, a fim de reduzir os impactos do distúrbio na vida do paciente. Ou seja, tratar os dois transtornos como se fossem o mesmo não é saudável.

Isto é, seja por oferecer uma terapia mais intensa do que o recomendado, seja por utilizar métodos ineficientes para uma condição elevada. Portanto, reforçamos que uma avaliação correta é essencial para o controle de qualquer disfunção do corpo e da mente.

E qual o significado de hipomania?

Na prática, o significado de hipomania, como o próprio nome sugere, é  uma versão moderada da mania. Sendo assim, a pessoa consegue dominar melhor os sintomas. Ainda, pode até demorar mais tempo para perceber que algo não está em ordem.

Por esse motivo, o modo como o transtorno se manifesta tende a ser menos agressivo. Dessa forma, o hipomaníaco consegue levar uma vida com menos conflitos do que o maníaco. Logo, essa é a principal maneira de distinguir uma condição da outra.

Mesmo assim, o quadro necessita de acompanhamento. Em especial quando os sintomas começam a ser mais fortes e causar problemas com mais frequência. O ideal é que o psicanalista seja procurado antes disso virar um caos mais complexo.

Contudo, em geral, apenas se busca ajuda quando a situação se complica. Ademais, quando começa a desconfiar de algum quadro de mania. Nesse sentido, os principais sintomas que aparecem nos dois casos e causam essa confusão são:

  • Energia em excesso;
  • irritabilidade constante;
  • atitudes impulsivas;
  • impaciência e agitação.

Entretanto, mais uma vez ressaltamos a importância do acompanhamento adequado para prevenir qualquer crise. E claro, para ensinar a pessoa a lidar melhor com suas oscilações de humor.

E a hipomania em Psicologia…

O quadro é investigado conforme os episódios. Afinal, como visto no início deste artigo, é preciso diferenciar com cautela episódios maníacos e hipomaníacos. Logo, a periodicidade com que os eventos acontecem e a duração  de cada um deles são fatores essenciais.

Ademais, a Psicologia usa também outros métodos mais específicos para chegar a um diagnóstico mais exato. Então, com elas é possível identificar se o comportamento já é uma consequência da bipolaridade. Ou ainda se a depressão influencia no perfil pessoal. E, como as relações interpessoais estão relacionadas com os eventos.

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Contudo, mesmo que os episódios sejam curtos, esporádicos e não atrapalhem a convivência, eles não devem ser subestimados. Pois, existe a tendência de os sintomas piorem com o amadurecimento e as mudanças e conflitos naturais da vida.

Quais são os impactos da hipomania?

Uma pessoa hipomaníaca tende a desenvolver mais alguns transtornos, como a depressão e ansiedade. Além disso, a bipolaridade pode já fazer parte da condição do paciente. Logo, tais transtornos são identificados juntos.

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    Assim, essa combinação de problemas envolvendo a psique, o emocional e o social são ameaças graves para a rotina e bem-estar. Então, quando são negligenciados podem desencadear muitas outras complicações.

    Portanto, quanto antes esses quadros forem identificados, melhor a qualidade de vida da pessoa. Isso porque,  sua saúde mental e suas relações interpessoais sofrerão menos com os sintomas desta condição. 

    Como é feito o diagnóstico?

    Dessa maneira, o diagnóstico é feito apenas de forma clínica. Ou seja, sem exigir exames complexos ou aprofundados. Em situações mais difíceis, o profissional pode recorrer a uma segunda opinião. Assim, ela garante a prescrição de um tratamento condizente.

    Nesse sentido, quando necessário, o Psiquiatra deve também acompanhar o processo com o Psicanalista. Dessa forma, os transtornos de bipolaridade e depressão são distinguidos com mais precisão. Assim, essa etapa é a mais importante para que a pessoa recupere sua qualidade de vida.

    Logo, ela não deve ser feita com pressa ou sob mediação de profissionais desqualificados. Isso porque é a saúde do paciente em um todo que está sob cuidado. Ou seja, seu corpo físico e sua mente.

    Então, qual é o melhor tratamento?

    Por ser um distúrbio mais leve e com menos chances de se desenvolver de forma severa, os tratamentos são menos complexos. Porém, a Psicanálise é crucial para o autoconhecimento e controle.

    Sendo assim, as consultas semanais já podem ser suficientes para a maioria dos pacientes. Pois, elas trazem resultados satisfatórios. Outos tratamentos são terapia em família e grupo de apoio. Em relação às medicações, essas são prescritas apenas em casos mais severos.

    Mas, os remédios são eliminados ao longo do tempo. Pois, isso acontece quando o paciente está mais estável e leva a sério a terapia. Nesse sentido, é preciso um trabalho em conjunto. Ou seja, o tratamento médico deve se alinhar com a terapia cognitiva.

    Considerações finais sobre hipomania

    Depois dessa leitura, você pode aprender um pouco mais sobre a hipomania. Ou seja, seus impactos e tratamentos adequados. Logo, quanto mais informações você tiver sobre o assunto, melhor será. Isso porque muitas pessoas sofrem sem buscar ajuda. Entretanto, saiba que há tratamento para as suas aflições.

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