interpretação dos sonhos em terapia

Interpretação dos sonhos em terapia psicanalítica

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Neste trabalho, abordaremos a questão da interpretação dos sonhos em terapia como um possível elucidador da angústia que leva o paciente à busca pelo auxílio psicanalítico, especialmente quando a resistência pode vir a se tornar um entrave no diálogo analista e analisando.

A relevância deste estudo reside no fato de que muitas vezes a resistência pode levar um determinado tempo a ser transposta, o que retardaria um processo que poderia ser facilitado através dos elementos expressos no sonho do analisando.

Aquilo que aparentemente ao analisando parece descabido, pode ser o ponto de partida para a elucidação de seu sofrimento. Possivelmente dentre os muitos elementos presentes no sonho do analisando está uma ou várias das pistas para o pontapé inicial do processo analítico, ou mesmo a resposta de todas as angústias, o que nos leva a pensar que o sonho pode ser um meio do inconsciente chamar para si o desejo de liberdade, de se libertar das próprias amarras.

Analisando o processo psicanalítico e a interpretação dos sonhos em terapia

Uma vez claro o objetivo de evidenciar o sonho como elemento revelador e ferramenta do processo psicanalítico, o estudo procederá com a sintetização de ideias iniciais para a compreensão do tema central, explanação da ideia de fundo objetiva do estudo com a comparação e corroboração de diferentes autores.

Na primeira parte do trabalho, abordaremos de forma breve sobre o processo psicanalítico e a resistência. Na segunda parte, focaremos em evidenciar o sonho como elemento revelador no processo psicanalítico com suas variáveis e como é visto por alguns autores dentro da psicanálise. Para atingir esses objetivos, a metodologia empregada foi a pesquisa bibliográfica.

Precisa de análise, e agora? A fase inicial do processo psicanalítico e a resistência

Na interpretação dos sonhos em terapia, a busca pela psicanálise ou pelo processo de ser analisado implica no reconhecimento de um sofrimento, de uma angústia que de certa maneira cause limitações no cotidiano, no “bem viver”. Uma vez reconhecida a existência desse sofrimento e dessa angústia, é no processo psicanalítico junto ao analista que o analisando pela fala vai explicitando tudo o que lhe incomoda. Cabe ao analista amarrar os fios da teia que o analisando vai despejando sobre ele e fazer que o analisando veja essa teia organizada para juntos chegarem à raiz do sofrimento, da angústia.

Dentro dessa situação existe toda uma sequência antes da análise em si como em qualquer situação clínica. Desde o contato inicial, passando pela anamnese e entrevista, o analisando percorrerá um trajeto primário que pode partir da questão que o incomoda emergindo para outras ou antes propriamente de chegar nas questões que de fato o importunam. Uma vez iniciado o processo, muitos fatores interferem e fazem parte da dinâmica do processo analítico.

A transferência, a contratransferência, o vínculo, o contrato e talvez o mais complexo dentro do processo é a resistência. Por que resistir se sabe que precisa de ajuda? Porque tocar o dedo na ferida machuca. Qualquer espécie uma vez que experimentou alguma dor, fará o impossível para evitá-la novamente, mesmo que seja apenas pela rememoração. Segundo Mattos (2010) na psicanálise a resistência tem o sentido de não aceitar, recusar-se a ver, recusar-se a lidar. Ou seja, a pessoa em questão fará todo o possível para não lidar com a realidade com a qual é confrontada.

O paciente e a interpretação dos sonhos em terapia

Assim como um paciente que recusa um tratamento médico alegando estar bem mesmo que o exame diga o contrário. A resistência aparece de diferentes maneiras. Cada analisando dentro de sua situação de sofrimento vai expressar uma conduta particular. Há quem fuja do atendimento, quem mude o assunto durante a fala, quem silencie, quem abertamente diga que não quer tocar em determinado assunto naquele momento e há aqueles que mais desafiam com a questão da memória. Ou não se lembram de determinado ponto, até mesmo não querem lembrar.

E quando a questão toca o campo da memória podemos pensar numa situação em que o processo pode sofrer uma estagnação que gere uma nova angústia. Do ponto de vista psicanalítico, respeitar esse momento também como parte do processo e saber a intervenção correta também faz parte. E pensando sob a perspectiva da intervenção correta, poderíamos utilizar um ponto que ajudaria a desentravar o processo da fala, fornecendo elementos para a compreensão do cenário, para o diálogo, para as intervenções e até mesmo sendo uma ferramenta do processo psicanalítico em si.

Poderia inclusive gerar maior envolvimento e comprometimento por parte do analisando. E quando pensamos no motivo de sonhar sabemos que através do sonho descarregamos o excesso informacional que temos dentro de nós. O sonho visto deste ângulo teria efeito benéfico para o físico si, uma vez que aliviaria a carga mental. Por isso é tão comum pessoas que não dormem iniciarem um processo que vai desde a irritabilidade até episódios de alucinação.

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Sonho: realização de um desejo

“A afirmação de que o sonho é necessário para que possamos dormir pode ser atestada em diferentes situações de insônia, em que há uma espécie de ruptura do suporte para a construção darealidade psíquica.” (COSTA,2006) Se dormir é necessário para a manutenção da saúde do homem, sonhar acaba sendo necessário para se dormir bem. Sendo o sonho a realização de um desejo, podemos enxergá-lo como um preenchedor de lacunas, um compensador daquilo que não temos e gostaríamos de ter ou mesmo para compensar o que nos falta.

No seu livro Sonhos Jung ao descrever o sonho de Daniel (livro bíblico) confirma essa ideia através da análise do sonho do mesmo. “O sonho significa, sem sombra de dúvida, uma tentativa de compensação do delírio de grandeza, (…) A interpretação dos fenômenos oníricos como um processo de compensação corresponde, a meu ver, à natureza do processo biológico em geral.

A concepção de Freud nessa mesma direção quando atribui também ao sonho um papel compensador, relativo à manutenção do sono.” Ainda em seu livro Sonhos, Jung reconhece Freud como grande autoridade no estudo dos sonhos uma vez que ele não fez suas constatações de maneira dedutiva, mas com base no conhecimento médico que possuía e relacionando esse conhecimento com a prática.

Os sonhos dentro da psicanálise

Alguns analisandos por si só apreciam o fato de contar seu sonho ao analista, mas outros sequer cogitam essa possiblidade. Quando o silêncio, se prolonga e a memória realmente não quer ajudar nas sessões de análise, o relato do sonho pode ser um desentrave para que o diálogo continue. Para a psicanálise em a interpretação dos sonhos em terapia, o sonho não é um último recurso na apresentação de uma resistência dela, mas posso ser também o retificador ou corroborador de uma situação específica. Ele pode evidenciar uma fantasia em estado de vigília contada pelo analisando ou uma situação oculta através da fantasia como pode também confirmar uma situação já dita numa sessão de análise.

JUNG, no livro Sonhos afirma: “O sonho retifica a situação e acrescenta o material que ainda lhe está faltando, e, deste modo, melhora a atitude do paciente. Eis aí a razão pela qual temos necessidade da análise do sonho em nossa terapia.” Se por um lado o sonho pode ser a chave de desentrave, assim como qualquer caminho que o analista escolha para lidar com o caso, também sabemos pela lei do equilíbrio que tudo possui dois lados. É verdade que para alguns analisandos o sonho pode ser um ponto decisivo no processo analítico.

Mas isso nem sempre é para todos. Não que a interpretação dos sonhos em terapia em si vá lhe dar toda a chave que precisa para o desenrolar da análise, uma vez que sabemos que ali no consultório, só temos acesso àquilo que o analisando fornece sobre sua vida, não conhecemos o todo. Ou seja, mesmo no universo dos sonhos, a interpretação não pode ser encarada como a totalidade do tratamento e nem a reveladora de todos os segredos. O trabalho de formiguinha, de juntar as peças ainda continua.

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    A Psicanálise e a interpretação dos sonhos em terapia

    Pensando no universo fora do consultório, é muito que comum que todas as pessoas tenham o interesse por descobrir o significado dos sonhos através de terceiros, por isso, sempre estão diante de fontes místicas, religiosas para tentar descobrir seus anseios quando na verdade poderiam estar diante também do analista a quem não cabe dar uma interpretação pronta, mas conjunta e que poderia lhe devolver a pergunta: “O que você acha que esse sonho significa dentro da sua vida?”

    Devolver a pergunta faz sentido porque a análise é olhar para o interior e boa parte das angústias estão dentro de nós. Só precisamos de alguém que nos ajude a chegar até elas. Para a psicanálise o sonho não é algo aleatório, ou uma visão mística de um futuro. Nem apenas um compilado de informações do cotidiano do indivíduo. Embora ela conviva harmoniosamente com essas definições de outros campos do conhecimento, a psicanálise vê o sonho como um trabalho que resulta, poderíamos dizer num material psíquico.

    Nele residem lembranças, desejos, traumas e outras coisas mais. Esse material segundo Freud faria parte da elaboração psíquica. De acordo com Freud em A interpretação dos Sonhos, todo o conteúdo do sonho oferece conhecimento incontestável. Um fato do dia pode desencadear um sonho, remexer com o que está guardado. Esse conteúdo pode ser de diferentes épocas da vida do indivíduo, é algo que devemos considerar na interpretação.

    Informações dentro do sonho

    Partindo dessa premissa, um simples sonho contado ali no divã pode estar carregado de material a ser aprofundado, sempre lembrando que essa riqueza toda ainda não é 100% do indivíduo, ao passo que pode ser revelador se verídico pode também ser revelador se for fantasioso ou ocultar informações importantes. Freud não só lembra do conteúdo como vivências históricas como também traz a percepção de que condições permanentes na vida do indivíduo também podem ser geradoras de informações dentro do campo dos sonhos.

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    Ele cita que pacientes cardíacos e com problemas de pulmão costumam sonhar com sufocamentos, aglomerações, fugas. Se a queixa principal do analisando for de repente justamente não gostar de estar perto de muitas pessoas e o problema de saúde estiver presente, já poderíamos pensar no quanto a enfermidade afeta a mente do indivíduo, quais medos provoca e como o indivíduo lida com esses medos. Podemos pensar de um modo mais simplista que o sonho traz informação histórica, informação permanente, memórias recentes e também devemos lembrar que sofre a interferência dos estímulos externos.

    Que não são tão fortes, mas causam algum impacto. Sobre a moralidade Freud em sua obra coloca a visão de diversos autores. Uma parte considerável deles acredita que no sonho o indivíduo é tal como ele é no cotidiano. Uma parcela pequena acredita que não é possível tal afirmação uma vez que o psíquico do indivíduo oculta muita coisa. Também alerta para a questão do sonho como desencadeador de angústias bem como angústias desencadeadoras de sonhos.

    A somatização e a interpretação dos sonhos em terapia

    Até mesmo aborda a questão da somatização, se isso traria alguma modificação ou influência sobre o conteúdo do sonho e a respeito disso diz: “A essência do sonho não é alterada quando material somático se junta às fontes oníricas psíquicas; ele continua sendo uma realização de um desejo, pouco importando como sua expressão seja determinada pelo material atual.”

    Dias (2014) também aponta que vivências desde o útero aos primeiros anos de vida podem deixar suas impressões, sendo essas recalcadas no inconsciente podendo eventualmente se manifestarem nos sonhos, assim como podem provocar sofrimentos aparentemente inexplicáveis no cotidiano. Também em sua obra ainda que tenha algumas discordâncias com Freud, concorda que o sonho possa ser a expressão de desejos ou necessidades do indivíduo.

    E por falar nos primeiros anos de vida quando falamos das crianças Freud diz que os sonhos das crianças são simples realização de desejo desprovidos de quaisquer interesses, o que difere de nós adultos. Em algum momento você pode pensar em como um pesadelo pode ser considerado a realização de um desejo. Ninguém quer viver algo ruim, mas é comum a todos o desejo de ser resgatado de algo ruim se vier a acontecer. Poderia um pesadelo representar por exemplo o desejo íntimo e recalcado de amenizar um sofrimento que aparentemente aos olhos dos outros pode ser leve no cotidiano, mas para quem o vive é crucial? Cabe ao psicanalista ao ouvir os sonhos fazer a relação com o que já possui de oferecido pelo analisando e questionar o próprio analisando a significação do próprio sonho para juntos alcançarem uma resposta satisfatória.

    A interpretação dos sonhos como auxílio ao analisando

    Mais que pensar num método de interpretação é preciso olhar para o êxito da interpretação e do que ele depende. Falando de psicanálise, o primeiro ponto para que seja um processo exitoso será que o próprio analisando não tenha nenhum receio em contar tudo o que puder, sem receio e o psicanalista esteja atento para levar em consideração tudo o que for contado. Segundo Freud (1856) o próprio analisando deve ser imparcial sem reprimir ideias por julgar absurda ou sem importância.

    Pensando em tudo o que vimos até aqui, vamos analisar uma seguinte situação. Um determinado paciente procura a análise porque sente dificuldades em sair de casa, o pouco caminho que faz é o da terapia, do trabalho e o contato familiar. Não se arrisca a fazer uma viagem sozinho, até tem à vontade, mas não se arrisca. Durante a sessões, o mesmo paciente não se recorda de nada específico relacionado a isso, ou que tenha gerado, mas num determinado ponto do tratamento, ele menciona que possui sonhos recorrentes sobre estar em trens indo a determinados lugares.

    A sensação é sempre boa, libertadora. São sempre lugares novos e no sonho o analisando tem muita independência. Mas o final dos sonhos é sempre o mesmo. O trem vai para um lado oposto ao que deveria ir e o paciente nunca consegue voltar para casa. Se a gente pensar nos elementos desse sonho já tem praticamente um bom ponto de partida que explica parte da situação enfrentada pelo analisando. Outro sonho recorrente do mesmo analisando seria tentar chegar ao trabalho e uma série de obstáculos o impedirem.

    Entendendo o analisando

    Ao fim dos sonhos o saldo é que ele está sempre angustiado porque não chega ao trabalho e não volta pra casa. Ou seja, teme a autonomia, a independência e teme não responsável o bastante com seus compromissos. Partindo daí teríamos que pensar quais elementos dentro do sonho poderiam indicar quando isso teria começado. De acordo com Dias (2014) sonhar com trens quase sempre está relacionado à preocupação sobre andar nos trilhos com certa rigidez e perder oportunidades.

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    Pensando nessa questão e no sonho relatado acima, poderíamos pensar na queixa principal do analisando sobre não conseguir sair de casa. Não seria o corpo alertando para a necessidade de se permitir novas experiências? Cabe questionar até chegar no ponto do porquê isso tudo acontece. Dias também coloca que sonhar com o ato de viajar costuma estar relacionado à necessidade de introspecção para renovar-se. O que também faz sentido nesse caso.

    O analisando deseja sair de casa, deseja sentir-se seguro, mas há uma rigidez causada por algo que desconhecemos. O ato de viajar no sonho pode ser o próprio processo de análise, do mergulho em si para renovar-se. Claro que apenas no relato do sonho já temos as questões do medo de não cumprir com as responsabilidades, com o medo de não ser autossuficiente ao estar sozinho, nem independente. Várias questões, vários pontos voltados à vulnerabilidade pessoal. Poderíamos pensar que alcançamos o cerne da situação.

    A interpretação dos sonhos em terapia a elucidação dos temores

    De fato, a elucidação dos temores que levam a pessoa a preferir a reclusão nesta situação são significativos, mas se a psicanálise pode ir além por que não mergulhar nos motivos desses medos. Tendo o sonho como ponto de partida e associando-se à infância acabaríamos descobrindo que este mesmo analisando quando criança saía com os pais sempre correndo, tinha muitos irmãos e tinha sempre a sensação de que não estava protegido o bastante. Muitas vezes se via pequeno no meio das aglomerações e tinha a sensação de que se perderia.

    Os pais comumente correndo e dando atenção aos filhos menores não se atentavam a esse ponto que ia construindo uma rede de insegurança no inconsciente da criança. Sem contar que na correria a fala do pai era um marcador: “Não podemos perder a hora.” Isso recalcado faz com que a pessoa tenha a ideia de que perder a hora é praticamente um pecado mortal e ela jamais poderia ser permitir algo do tipo. O se permitir errar é uma outra possibilidade de análise expressa no sonho. Percebemos neste contexto o quanto os sonhos foram ricos para auxiliar uma determinada questão e lógico que nem sempre serão tão claros, nem sempre serão tão específicos.

    Cabe aqui também a importância da perspicácia do analista na interpretação dos sonhos em terapia e associação bem como na sua capacidade de formular as perguntas de forma a fazer com que o analisando veja a clareza do pano de fundo que se elucida à sua frente. Lidar com o universo dos sonhos pode ser o caminho de sucesso de um processo analítico travado, mas não é algo fácil de se fazer. Sabemos aquilo que o analisando conta. E na fala do analisando, além da verdade podem estar suas fantasias a respeito de fatos e situações. Portanto é importantíssimo que o desenrolar da interpretação seja algo prolongado e atencioso.

    Considerações finais

    É importante referir que na interpretação dos sonhos dentro do universo analítico não há uma padronização de símbolos e regras que serviriam para qualquer pessoa como comumente encontramos no senso comum. Mas alguns elementos podem ser relacionados como quando Freud relacionou problemas respiratórios e cardíacos aliados a sonhos de sufocamento. Portanto associações são válidas, mas determinações não. Cada pessoa tem uma história e do mesmo jeito que uma medicação para um problema de saúde não serve para todos, padronizar o significado dos elementos também não.

    É preciso estudar atentamente o que cada elemento do sonho de um analisando tenha ligação com sua vivência seja passada ou cotidiana. O contar o sonho não é o remédio para a resistência, é uma alternativa que nem sempre pode ser correspondida porque o analisando pode simplesmente evitar o falar. Uma sugestão interessante nessa hipótese seria escrever, ter um diário dos sonhos, que ele pudesse compartilhar com o analista e na sessão posterior após a leitura feita pelo profissional, discutirem juntos ou mesmo na sessão de entrega conforme a possibilidade.

    Essa hipótese depende do contrato com o analisando. Da segurança dele em escrever por se tratar de um registro e da segurança e confiança em entregar o registro ao analista. Isso é uma possibilidade no caso da permanência do processo de resistência. Sonhamos para realizar desejos, nem sempre isso é claro com a simbologia que o sonho traz. É um processo demorado e complexo que demanda ao analista e analisando longas conversas sobre a análise de todos os elementos de um sonho.

    Referências bibliográficas

    COSTA, ANA. Sonhos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. DIAS, Victor R. C. Silva. Sonhos e Símbolos na Análise Psicodramática: Editora Ágora, 2014. FREUD, Sigmund . A interpretação dos Sonhos. Porto Alegre: Editora L&PM, 2020. MATTOS, André Santana. A gênese no conceito de resistência na psicanálise. [Online]. Disponível em: < http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-106X2010000100002 >. Acesso em: mar. 2021.

    Texto escrito por Lucimere Ap. Martins Santos como trabalho de conclusão do curso de formação em psicanálise.

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