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Lista de Arquétipos: os 8 arquétipos para Jung

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O ser humano geralmente procura algum padrão que explique as suas motivações, os seus comportamentos e as suas reações. Percebe-se isso no interesse de muitas pessoas pelos signos ou pelos tipos de eneagrama. Se você também é atraído por essas formas de autoconhecimento, se informe também sobre a lista de arquétipos de Jung.

Carl Jung e a lista de arquétipos

Carl Gustav Jung era um psiquiatra que também acreditava na existência de padrões emocionais e comportamentais. Para ele, esses modelos (os quais ele nomeou de arquétipos) não surgiram do nada. Jung acreditava que eles são expressão do nosso inconsciente coletivo.

Se tudo está muito obscuro para você, fique tranquilo porque nós iremos explicar tudo de forma clara. No entanto, antes de falar da lista de arquétipos, vale a pena apresentar brevemente a biografia de Jung. Assim, você entenderá melhor porque esse homem aprofundou os seus estudos nesse assunto.

Quem foi Carl Gustav Jung

O criador do conceito de arquétipos foi um psiquiatra suíço, que nasceu em 1875 e morreu em 1961. Ele estudou Medicina na Universidade de Basiléia e direcionou os seus estudos para a área de psiquiatria.

Um dos interesses de Jung era entender qual é o significado simbólico do conteúdos do inconsciente. Essa questão o levou a fundar a Psicologia Analítica. Em seus estudos, ele desenvolveu técnicas para estudar a relação dos sonhos e dos desenhos com o inconsciente humano.

Além disso, ele também pesquisou os tipos psicológicos (introversão e extroversão) e explicou o que são os complexos. Jung ainda criou o conceito de inconsciente coletivo, conceito a que daremos maior destaque neste artigo. Isso porque é a partir dessa ideia que pode-se compreender o que é o arquétipo.

O que é o inconsciente coletivo

Segundo a psicanálise, a psique humana é composta pelo consciente e pelo inconsciente. Jung complementou essa ideia ao afirmar que o inconsciente também é dividido em duas camadas; uma pessoal e outra coletiva. Ele acreditava que o inconsciente pessoal armazena informações esquecidas e memórias reprimidas de um sujeito.

Com relação ao inconsciente coletivo, Jung acreditava que o homem não nasce uma tábula rasa. Para ele, nós chegamos no mundo munidos de padrões de comportamentos que foram formados a partir de repetições de experiências vividas por várias gerações e que ficaram guardadas no nosso inconsciente coletivo.

Os arquétipos são compartilhados pelos seres humanos

Assim sendo, para ele, todos os seres humanos compartilham de certas formas de lidar com as experiências do seu cotidiano. Por essa razão, é possível encontrar o mesmo arquétipo em diferentes lugares do mundo e em culturas diversas.

Vale afirmar também que a nossa personalidade é construída a partir de diferentes arquétipos. No entanto, alguns padrões se pronunciam mais ou menos em cada pessoa. Por essa razão, quando entendemos os arquétipos que existem em nós, nós temos um maior conhecimento de nós mesmos.

Lista de arquétipos de Jung

Isto posto, vale a pena apresentar aqui uma lista de arquétipos descritos por Jung. Não listaremos todos porque, de acordo com o psiquiatra, eles podem ser infinitos. Afinal, o ser humano já teve inúmeras experiências no decorrer da história.

Ainda assim, indicaremos aqui os principais arquétipos de Jung. Você verá que eles estão bem presentes na nossa sociedade e inclusive em nós mesmos. Isso porque eles fazem parte do nosso inconsciente coletivo e motivam em grande medida a forma como nós nos comportamos.

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Persona

Esse arquétipo é a imagem que nós passamos de nós mesmos para as outras pessoas. A persona não corresponde de forma perfeita a quem nós somos e não revela todos os traços de nossa personalidade. Isso porque ela está conformada às normas da sociedade.

Grande mãe

O arquétipo da Grande Mãe está relacionado aos comportamentos e às representações que foram feitos da figura materna ao longo do tempo, que podem ser positivos ou negativos. Assim sendo, a mãe é vista tanto como fonte da vida quanto como detentora do poder de destruição.

Sombra

Esse arquétipo consiste em características de nós mesmos que escondemos de outras pessoas. Nós não a aceitamos e elas ficam reprimidas no nosso inconsciente. Jung entendia que é necessário reconhecer essas características para que sejamos inteiros de fato.

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Velho sábio

O arquétipo do Velho Sábio é a representação da sabedoria. Ele motiva as pessoas a conhecerem os mistérios da vida e também a procurarem por pessoas que exerçam o papel de liderança sobre si.

Anima e Animus

Esses arquétipos são a imagem espelhada do nosso sexo biológico. Assim sendo, o Animus é a energia masculina que existe na mulher (lado racional) e a Anima é a energia feminina que existe no homem (o lado emocional). Pode ser muito difícil para algumas pessoas reconhecerem a Anima ou o Animus em si.

Herói

O arquétipo do herói é aquele que vence os seus objetivos ou então que é subjugado. Ele frequentemente busca reprimir a sombra a fim de alcançar o bem da sociedade.

Self

Esse arquétipo é uma tendência que nós temos de buscar o estado de autorrealização, autoconhecimento e equilíbrio.

Curso de Psicanálise

Nós torcemos para que este artigo te inspire a se conhecer de forma mais profunda. Você pode fazer isso se informando ainda melhor sobre a lista de arquétipos de Jung! Isso porque, se você observar os seus padrões de comportamento, você poderá entender como se relacionar melhor com você mesmo e com quem está ao seu redor.

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Considerações finais sobre os tipos de arquétipos de Jung

Se você gostou da lista de arquétipos de Jung, não deixe de compartilhar este artigo com outras pessoas. Além disso, comente aqui embaixo com qual dos padrões apresentados você mais se identificou! Temos certeza que algum deles chamou a sua atenção! Por fim, não deixe de continuar acompanhando o nosso blog!

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