sujeito objeto

Sujeito-Objeto: sincretismo nos símbolos e rituais do Psicanalista

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Neste presente artigo você entenderá a relação entre sujeito objeto e sua relação com a Psicanálise.

 Par analítico: sujeito objeto

Aquele senhor de terno e gravata, marcara hora e cumpria a mesma. Ao estabelecermos o horário, alguns dias antes, ele começou a falar muito ansiosamente. Criei uma rápida entrevista, ficando claro para o ouvinte desconhecido que aquela conversa superficial era apenas um suporte para um futuro trabalho conjunto, pois formaríamos um PAR ANALÍTICO. Quando fiz esta última declaração, se fez um silêncio do outro lado da linha.

Fiz o mesmo, seguindo uma tradição da escola filosófica de Alexandria, adaptando a visão judaica, cristã e amorfa. Alerto que esta ligação não está sendo gravada e imediatamente o senhor desligando, será apagada do celular. Solicito também que o senhor antes de repetir esta e outras perguntas, apresente uma rápida síntese da situação que deseja apresentar.

Ele não se fez de rogado e disse que tinha dois resumos de suas dúvidas. Falei que escutaria um. Ele soltou a questão: até onde vai o CONHECIMENTO HUMANO e, se na prática, o envelhecer constante desde o nascimento, é um fator ou uma realidade no ganhar ou perder este “CONHECIMENTO”.?

Ainda sobre sujeito objeto e o par analítico

Não pude interromper quando ele comunicou que a outra questão está relacionada com “quem” estuda é o SUJEITO ou o OBJETO de estudo? Era hora da dúvida e de aplicar as minhas três regras. A de Ouro, PACIÊNCIA, acompanhada pela regra de Prata, AMOR ao PRÓXIMO, mas sem se envolver emocionalmente. A terceira era aquela que chamo de regra de Ferro “ENLAÇA e ABRAÇA, mas não EMBAÇA”.

No setting, traduzido como enquadre, tem uma íntima relação com o “enquadramento” nas “regras do jogo” generalistas da psicanálise e de outras profissões, mas há a particularidade de cada profissional, onde “reina” numa espécie de tabuleiro que muitos sabem que existe no seu local de trabalho, mas poucos conseguem estruturar de uma maneira para que haja sempre dois vencedores. A Universidade de Haward criou um projeto de Negociação, no qual se desenvolveu uma ideia de jogo onde as duas partes ganham, ou seja, ambos buscam uma situação ideal.

Nela, em resumo, os dois devem ser bons ouvintes, falar o mínimo e escolher as perguntas, e agora, acrescento, o psicanalista ou terapeuta tem a vantagem do treinamento contínuo com a particular habilidade de “ler, interpretar, entender e responder” a linguagem corporal do analisando. Juntando as diferentes técnicas e solidificando as mesmas através do olhar curioso do visitante (possível “cliente” por tempos indeterminados…) seja na primeira vez ou nas seguintes do analisando, os olhares revelam sempre algo mais.

Sujeito objeto: “cada caso é um caso”

Ao percorrerem meu consultório (e até meu escritório jurídico), estruturado de maneira a ter pontos de atração sempre novos para os olhares em ambiente bem diferente dos filmes da TV, mas próximo de revistas, acontecimentos inesperados acontecem com o visitante. Neste relato de caso, recebi o interessado e antes de mais nada, sem eu sugerir, tirou o paletó apoiou -o no seu braço esquerdo, desapertou a gravata e lentamente seguiu em direção do seu olhar que havia parado no meu jogo de xadrez de pedras translúcidas, pálidas e que tornava realidade a frase “CADA CASO é UM CASO”.

Os adultos seguem normalmente para o grupo de revistas ou solicitam, pela ansiedade, onde é o banheiro e na volta pegam um livro de viagens ou de Psicanálise. As crianças é que revolucionam meu tabuleiro. Os adolescentes variam entre baralhos ou cartões, centenas deles divididos por grandes áreas (de minha própria construção).

Os menores, casos “à parte”, buscam quadro negro, branco, canetas coloridas e folhas em branco do flip chart ou brinquedos Lego utilizados nas Constelações Familiares e Fabris e mesmo nas Conciliações e Mediações Familiares em casos de divórcio, inventários, adoções e semelhantes, que exigem, sem dúvida, a visão psicanalítica dos acontecimentos nos três tempos da Regra PPF – Passado, Presente e Futuro. Este adulto, que chamarei neste artigo, de Sr. ALFA IV, não me parecia mais afoito como quando tirou a gravata e a escondeu rapidamente no bolso do paletó.

Voltando na direção do tabuleiro

Seu olhar estava mais calmo, mas ainda indo e voltando na direção do tabuleiro. Eu tinha deixado o jogo no meio do caminho. Ele entendeu o meu silêncio como um dever de estudar mentalmente as próximas jogadas.

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Minha certeza era que ele me parecia que não teria nada a aprender na prática do jogo e simplesmente se levantou e seguiu até o pequeno tabuleiro e moveu uma peça, dizendo “xeque mate”. Voltou em silêncio e retornou à posição anterior no set.

Setting emocional & anamnese

Como introdução, reproduzo: “Tudo isso se constitui como sendo “as regras do jogo”, mas não o jogo propriamente dito. Contudo, isso não quer dizer que o setting se comporte como uma situação meramente passiva e formal. Pelo contrário, ele tem uma função bastante ativa e determinante na evolução da análise, serve de cenário para a reprodução de velhas e novas experiências emocionais e está sob uma contínua ameaça em vir a ser desvirtuado tanto pelo analisando como também pelo analista, em função do impacto de constantes e múltiplas pressões de toda ordem”.(Zimerman, D., Fundamentos Psicanalíticos, cap 26, pg. 304, O Setting)

Ele se aprumou no sofá, que fora estrategicamente colocado em relação a um grande poster representando um caminho que se perdia no horizonte. O seu olhar também parecia perdido, pois deixara o jogo, já vencido e dedicava-se a analisar o desenho colorido. Levantou a cabeça e me olhou. Estava na minha frente. Até então só tinham ocorrido as palavras Bom Dia em comum, e o isolado “cheque mate”.

E surge mais uma dúvida para iniciar os trabalhos. Seu rosto não permitiu provocar palavras, mas apenas os sinais corporais que justificavam o conhecimento contido no livro de Pierre Weil, o “Corpo Fala” Também expressava uma certa sensibilização da Paz consigo mesmo que possivelmente se estenderia aos outros (no caso comigo) e no terceiro nível, o importante para o início da Psicanálise, a Paz com a Natureza (relacionada com a SOCIEDADE) que ele obtivera num simples movimento de xadrez.

 Sujeito objeto: a Paz com a Consciência

Mas agora me importava a Paz com a Consciência do meu visitante naquela filosofia sincrética (Em grego synkretismós.oû) Ela começaria com três documentos: ROTEIRO de ACOMPANHAMENTO do PAR ANALÍTICO, ANALISABILIDADE PRELIMINAR ENTRE PARES e o CONTRATO PARTICULAR.

Seriam particulares criações sincréticas que considero generalistas por excelência que permitem combinar princípios ou concepções heterogêneas. O motivo é a frase já escrita “CADA CASO…” o que demonstra uma grande heterogeneidade própria.

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    Esta situação na visão da semiótica tanto jurídica como familiar, permite que o par na conversa tenha semelhanças morfológicas entre perspectivas ou desejos de algo, mas as interpretações linguísticas podem estabelecer, o que ocorre, funções ou objetivos diferentes. Estes são alguns dos desafios ao Psicanalista, experiente ou começando na carreira. Entender as nuances entre o que é o Sujeito e o que é Objeto.

    Promovendo sujeito

    O sofá poderia ser transformado num divã de analista, se necessário, para uma atividade sincrética, o que me pareceu não ser o caso, pois ele pronunciou uma palavra mágica, difícil de ouvir num consultório, mas que no sussurro, significava muito: GOSTEI… e nada mais foi dito, pelo Sr. ALFA IV (maneira como identifico meus “clientes” nas fichas de anamnese. No fim, aquele que eu acredito estar próximo transformo esta nomenclatura em Sr. OMEGA IV.)

    Aproveitei a “deixa” e comentei, em voz baixa e serena, que era uma fotografia ampliada do caminho que eu seguira por Santiago de Compostela na Espanha, e que aquele cajado encostado na foto, foi o suporte para andar mais seguro, que fiz com minhas mãos e utilizei durante 32 dias de peregrinação. Fui feliz pois ele logo comentou: AMEI… Completou com a afirmação de que “gostaria de fazê-lo pois tenho dinheiro para isso, mas meu tempo, ah… “tempus lenit odium”.

    Estávamos apenas despertando nossos “sujeitos mentais”, no intrínseco de nossa consciência que fora transformado em uma audível louvação, proveniente de uma natural porém, íntima opinião. Agora era eu que no meu inconsciente freudiano dizia: “Gostei, Amei…Tenha discernimento…” Estas duas últimas palavras permitiram que eu mastigasse os meus desejos, por detrás dos meus lábios, num falso sorriso.

    O sábio ouvir abre muitas portas para respostas

    Me ajeitei na poltrona e não tentei nenhuma pergunta, mas suspirei longamente, o que provocou um sorriso nos lábios de um possível futuro analisando. Eram ambos, suspiro e sorriso, o subjetivo transformando-se no objetivo, talvez um futuro PAR ANALÍTICO. Mas no subjetivo eu esperava tomar, de certa maneira, algo palpável ou pelo menos visível e audível, na conjugação dos objetos com a realidade.

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    Eu tinha muitas perguntas, mas o sábio ouvir abre muitas portas para respostas. Foi o que aconteceu, quando ele confirmou que sua filosofia de vida, de conhecimento, de realidade estava sendo ofuscada por isso tudo que está aí… Mais uma nova certeza estava sendo construída… Ele começara a promover o sujeito não fundado ou suportado no objeto.

    O silencio permanecia nos olhos, meus e dele, perdidos no caminho do poster, até que ele comentou, que tinha muitas perguntas e raras respostas certas, pois a família indicava quando deixavam dúvidas, mas nunca comentaram que algo estava errado. Este último aparte levou os nossos olhos a se encontrarem agora no negro móvel, onde estava o branco jogo.

     Sujeito objeto e rituais

    Dele, voltamos a nos olharmos como a indagar: “Qual a próxima jogada…”, que não havia, mas permitiu uma maior profundidade, como eu a indagar quais e ele parecia entender. As duas mãos se encontraram sobre os joelhos, que foram apertados, quando ele começo a procurar uma forma de dialogar sem se machucar. Assim surgiu a terceira questão que eu já havia me esquecido por ter recebido tantas mensagens corporais, mas consegui interpretar.

    Ele olhava para as próprias mãos e falava com elas: “Quem aprende é minha cabeça ou serão vocês que apreendem a virar as páginas dos livros sem eu interpretar os escritos ou quando teclam para que a realidade ou a fantasia cheguem até meus instintos, que muitos chamam de ALTERIDADE”. Silêncio, no ambiente, quebrado por uma longínqua música ambiental de ……. Serei apenas inteligente ou só apenas interessado “en passant” como mais um passageiro da vida externa considerada como ilusão ou semelhante se por acaso ele considerar interna, mas se for externa que nome ele poderia estar utilizando?

    Malvada, de remorsos, fracassos, ou de “Motivos puramente racionais?” (in FREUD, de Pesch, E. pg.96, ed. LPM01966) As frases ditas para as mãos, a posição corporal, o semblante enrugado marcando o passar dos anos, seria mais uma oportunidade de aprofundar tudo o que na vida prática aprendera e atualizava na teoria nos últimos 20 (vinte) anos. Era a minha questão íntima, mas este seria, sem dúvida, um aprendizado diferente, pois cada cliente sempre considerei como “tábula rasa” como fonte de trabalho da mente humana, onde os termos “apreender” e aquele algo que se “prende” podem ter alguns sentidos conflitantes.

    O resultado

    Resultado, a sutil diferença entre entrevista, consulta e anamnese parecia desaparecer sob meus pés pois meu ponto de vista pessoal, ora era favorável, outra neutra e até repulsiva em relação às técnicas aplicáveis às palavras que eram ditas para as mãos, num condicionamento aos pensamentos e sentimentos do Sr. ALFA IV.

    Aplicaria àquele falador a regra de ouro de FREUD, naquele do “deixa falar”, mas como confirmar as dúvidas, pois tantos termos quase filosóficos, dependendo do ponto de vista, me faz chegar a “engolir” para não perguntar “O que você quer mesmo?

    Renovando objeto

    Se na objetividade o real é algo palpável e impessoal, como o tabuleiro de xadrez, aquele conhecimento de chegar ao “xeque-mate”, torna-se um saber subjetivo dependente do ponto de vista pessoal, portanto individual, que não é fundado no objeto, mas condicionado somente por pensamentos, sentimentos e afirmações normalmente arbitrárias do sujeito. Vou ser objetivo nesta entrevista.

    O dedo indicador da mão esquerda apontando para meu rosto provava que o dito era real. O objeto dedo era o suporte renovado para a sua visita que mantinha ainda em segredo a proposição a ser emitida. Até este momento eu mantinha nas mãos os meus três documentos que sustentam e desenvolvem meu trabalho. Respondendo ao dedo que já estava recolhido, entreguei os papeis alertando que ali estavam três objetos para que ele pudesse transmitir o seu entendimento da utilidade do trabalho de um psicanalista.

    Qualquer profissional da área, normalmente segue a mesma objetividade, sem ser tendencioso ou esconder a própria observação imparcial. Possível, quase nunca, vale a pena comentar para promover uma unidade de pensamento na pesquisa de respostas. Respostas estas que ele mesmo deveria descobrir durante as próximas seções. Estava formada a dualidade entre conceitos de subjetividade e objetividade que tem atraído todo tipo de estudos, pois envolve convicções religiosas, sociais e políticas, conhecimentos obtidos em academias e, principalmente, quando as crenças abafam todos os pensamentos, surgindo as figuras carismáticas de políticos, pastores, professores, pesquisadores e até de coletores.

    O Senhor ALFA IV e o sujeito objeto

    O Senhor ALFA IV segurou firmemente os documentos, mas não se interessou por eles como se os mesmos estivessem fora do seu conceito de mundo interno, numa subjetividade construída desde a infância partindo da relação mãe-filho. No caso, soube depois, seria de pai-filho. Durante anos, construímos detalhes e os termos criados e específicos para aquela relação, semelhantes no nome familiar, mas que se distanciaram na essência dos valores que originaram esta personalidade que agora se apresentava num jogo de xadrez.

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    Já tínhamos estabelecido os objetos documentais, mas necessitávamos de uma renovação dos mesmos, para o conhecimento reflexivo, ou seja, uma objetividade do Sr. ALFA IV fora de suas preferências, mas dentro de parâmetros objetivos do Psicanalista. Podemos apelar para uma possível teoria do conhecimento aplicada ao futuro paciente, com as devidas etapas.

    Uma delas é a leitura dos três documentos que norteiam qualquer trabalho psicanalítico e que é uma construção individual de cada profissional da área, pela liberdade que a Psicanalise oferece de renovação constante, pois a frase é “Cada caso …”.

    Um eterno aprendiz

    Teorias comportamentais permitem que os atores e autores, no palco dos acontecimentos (setting) construam e destruam reflexões em busca da solução de algum caso que está dentro dos limites frouxos do conhecimento indagativo, que nasce das profundezas do ID, passam pela censura do SUPEREGO e chegam até a realidade do EGO na subjetividade dinâmica, construtiva, pensante e atuante.

    É o indagativo construtivo que na criança se expande em cada pergunta dirigida à Mãe, Pai ou para quem estiver perto: Por quê…” na busca da subjetividade própria de quem procura CONHECIMENTO. Normalmente sempre haverá um objeto que provoca a objetividade e a continuidade do processo de construção do caráter em busca do saber humano. Simples no lar mas complexo fora dele nos diferentes ramos do saber.

    ALFA IV chegou e seu objeto alvo da atenção foi um tabuleiro de xadrez, mas ele foi obrigado a seguir as regras próprias e delicadas dos movimentos das peças. Se olharmos de modo epistemológico, a objetividade indica a confiança no movimento da peça e uma esperança da subjetividade na qualidade do movimento e a felicidade do resultado obtido, o “xeque-mate” que foi a porta de saída das tensões de uma visita a um profissional da saúde.

    Considerações finais

    Estavam sendo desenhadas as palavras que iriam construir frases objetivas nos três relatórios, mas que não irão traduzir uma fidelidade à realidade ou ao objeto “xadrez”, mas indicam através dos movimentos uma tomada de consciência das regras normativas.

    Lembrando, o filósofo Immanuel Kant, e integrando as ideias do xadrez na captura de peões “en passant” (na passagem é uma captura especial) confirmamos que a OBJETIVIDADE é individual e não depende de nenhum tipo de crença ou remédio, lugar ou cultura, pois tem a chamada “validade universal” e nada para ela é relativo mas sim suas afirmações ao serem testadas, tornam-se inequívocas.

    Mas a SUBJETIVIDADE num setting psicanalítico poderá exigir dois rumos: o CONSTRUIR mais um CASO para estudo, quem sabe DESCONSTRUIR mais um CASO para análise com o supervisor, obter o apoio de outro colega do consultório terapêutico ou mesmo convocar o saber jurídico. Em todos os momentos a busca do analisando perfeito será um mistério conservado a sete chaves por cada um de nós, um PSICANALISTA especial ou, numa autoanálise, um ETERNO APRENDIZ. (Obs. O Sr. ALFA IV deixou o setting como OMEGA IV)

    Obras consultadas e recomendadas

    1- SIMCSIK, Tibor Pense e Pule fora das Caixinhas Id, Ego e Superego. Editor:Clubedeautores.com.br, 2020. 2- SIMCSIK, Tibor, Coleção (11 livros) Caminho de Santiago de Compostela. www.clubedeautores.com.br., 2010. 3- SIMCSIK, Tibor, . CO/ME/AR por CO/NE -COnciliação, MEdiação e ARbitragem por COmunicação e NEgociação, 2da. Ed, 2019/20, Ed. AUTOR 4- FREUD – Para conhecer o pensamento de. Pesch, Edgard. LPM Editora.-RS, 1983. (Origem: 1966 -Paris/França) 5- CANETTI, Elias – Massa e Poder – O Jogo dos Olhos (2010); Companhia de Bolso 6- HARVARD, Universidade. Profs. Fischer,R., Ury, W e Patton B. cofundadores do Projeto de Negociação e livro COMO CHEGAR AO SIM…, Ed. Sextante, 2018. 7- WEIL, Pierre; TOMPAKOW, O Corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. Ed, Vozes, 2018, 74 Edição. 8- KANT, Objetivos e Subjetivos – Ed. KS OmniScriptum Publishing Cons. em https: princípios-práticos-objetivos-e-subjetivos-em-Kant- Acesso. 10/11/2021 às 16:26h em: 2962413348?gclid=EAIaIQobChMIkojYmcKO9AIVjsizCh382gOWEAQYASABEgKvOvD_BwEhC 9- ALEXANDRIA, ESCOLA – Consulta em 11/11/21 às 15:06 – em https:/ /pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Alexandria

    O presente artigo foi escrito pelo Prof. Dr. Tibor Simcsik – Psicanalista Sistêmico e Adv. Conciliador e Mediador. Atua com Rec. Humanos há mais de 50 anos. Dr. em Semiótica em RH; atua como Psicanalista Sistêmico e Advogado Constelador Familiar. Contato [email protected]

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