significado de prazer para freud e a psicanálise

Prazer: significado em Psicanálise

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Neste trabalho faremos uma abordagem sobre os conceitos de prazer e desejo, além de outros relacionados, como pulsão, gozo, satisfação e libido. Não havia como relacionar apenas os dois termos do título deste trabalho, por isso agregarmos estes outros termos.

Esta abordagem é abrangente é elucidativa, visto que na língua portuguesa tais conceitos se confundem. Desejo e prazer representam dois dos primeiros conceitos que Freud usa para desenvolver a construção da teoria psicanalítica.

Freud cunha sua resposta ao problema do funcionamento mental: “A mente funciona de modo a alcançar prazer e evitar o desprazer” – eis o princípio do prazer.

O trabalho se divide em temas e subtemas, onde faremos algumas provocações aos seres com questionamento profundos. É um convite à reflexão. Além disso, tentaremos conceituar os termos (o que é prazer) e a ligação entre eles (como prazer e libido, prazer e gozo, prazer e sexualidade etc).

Também, estudaremos as diferentes interpretações e entendimentos dos autores mais importantes para a psicanálise em seus trabalhos relacionados com esses conceitos.

Foram analisadas obras de Freud, Lacan, Jung, Reich e escritores modernos para tentarmos entender e relacionar de alguma forma essas forças poderosas que nos move.

 

1 – O Prazer: Significado no Vocabulário e na Psicanálise

No dicionário, prazer significa satisfação, um sentimento de alegria por fazer ou pensar em algo ou alguém.

Na psicanálise de Sigmund Freud (1856-1939), o princípio de prazer (em alemão: Lustprinzip) seria a busca instintiva de prazer, evitando dor e o sofrimento – de forma a satisfazer as necessidades biológicas e psicológicas. O princípio do prazer seria então a força motriz do id, que busca a satisfação imediata de todas as necessidades. Ainda, dos desejos e impulsos – um dos princípios que regem o funcionamento mental.

A atividade psíquica no seu conjunto tem então por objetivo evitar o desprazer e proporcionar prazer. Na origem de sua obra, o prazer é pensado em termos fundamentalmente negativos.

Freud postula a tese que na medida que o desprazer está ligado ao aumento da excitação, o prazer seria sua redução. Mas, ao longo de sua obra, ele descobre que não se pode limitar o prazer a apenas uma redução do estímulo e que, sob diferentes ângulos, impera um “além do princípio do prazer”.

O que gera maior incômodo teórico para Freud é a excitação sexual. No caso dela, o aumento de excitação proveniente do corpo não é acompanhado por uma sensação de desprazer.

Pelo contrário: em algumas culturas orientais busca-se inclusive um prolongamento da excitação e um retardamento do orgasmo. Isso não invalidaria, portanto, a tese de que nosso psiquismo funciona a partir do princípio do prazer? Sim e não.

 

1.1 – O Princípio de Nirvana

Freud só resolverá o problema pela introdução de um novo princípio de funcionamento mental: o Princípio de Nirvana. Essa denominação foi proposta para designar a tendência do aparelho psíquico para reduzir o quanto mais possível nele qualquer quantidade de excitação de origem externa ou interna.

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Freud mais tarde entendia a finalidade procurada pela ação humana. Não era o prazer. São nossos atos que são determinados pelo prazer ou pelo desprazer e essa motivação pode não ser percebida conscientemente.

O mestre analisa ainda que o princípio de prazer se opõe ao princípio de realidade. Um exemplo de tal oposição é realizar um desejo, pois a realização de um desejo inconsciente, regido pelo princípio de prazer, se depara com o princípio de realidade. A realidade, representa as exigências do mundo externo.

Em última análise, Freud indaga se o princípio do prazer não estaria a serviço da pulsão de morte. O prazer, mesmo abrigando em si uma cota de desprazer, não se questiona.

As ficções do anseio fornecem satisfações.

 

2 – Prazer e “A função do orgasmo” – Wilheim Reich

O médico e psicanalista, Wilheim Reich (1897-1957), foi um dos discípulos dissidentes de Freud. Em sua mais famosa e conhecida obra – “A função do orgasmo” (1927) – Reich expõe conceitos para os quais a psicanálise freudiana não estava preparada.

Ele foi um anti-autoritário que abalou os freudianos, pois argumentou a favor do prazer pelo orgasmo. Colocou o corpo no centro da vida, retirando os vestígios de investimentos na alma ou na adaptabilidade.

Para ele, é a energia sexual que governa a estrutura do sentimento e do pensamento humano. Reich trouxe à baila duas tradições que eram um pouco distantes da psicanálise.

A primeira era a tradição marxista. Ele acreditava que a revolução social só aconteceria após uma revolução no sujeito. Lutou incansavelmente por uma sociedade menos repressiva, pela liberação de nossa sexualidade e a busca pelo prazer.

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A revolução proposta pelo psicanalista foi colocar a função do orgasmo como uma questão social.  Buscava uma sociedade mais justa, mas equânime e mais livre.

 

2.1 – Repressão sexual, política e prazer

Ainda, relacionou de maneira visionária a repressão sexual com a atuação política. Em resumo, a crueldade e o fascismo eram conduzidos por homens reprimidos sexualmente.

Segundo ele, o homem compensava sua falta de potência com a busca pelo poder. Reich foi um visionário a frente de seu tempo e ainda hoje contestado.

 

3 – O Desejo

Como nasce o desejo? Em nossa história, o homem converteu seus instintos em desejos.

Como o homem é um ser carente que está sempre atrás de alguma coisa, vivemos com a sensação da falta. Passamos a vida na busca inalcançável de realizar nossos desejos.

Isso porque o desejo é aquilo que persegue o objeto e quando esse objeto é atingido o desejo perde sua significação.

A qualidade psíquica de nossa vida nasce do desejo. Para Freud, somente o desejo é capaz de movimentar o aparelho psíquico, movimento esse regido pelas percepções de prazer e desprazer.

Desejo é, segundo Freud, um movimento em direção a um objeto.

A ideia de Nirvana representa o aniquilamento ou extinção do desejo humano, levando o aparelho psíquico a um estado de quietude e felicidade perfeita.

Ainda, corresponde a uma tendência do ser humano de retornar a um estado anterior, um estado de homeostase. No qual, são suprimidas as excitações interna ou externa, ou seja, os seres humanos tenderiam a chegar em um estado anorgânico.

 

3.1 – O Princípio de Nirvana, a pulsão de morte e o prazer

Por isso o Princípio de Nirvana exprime a tendência da pulsão de morte, ou seja, a tendência radical para levar a excitação ao nível zero. O conceito desenvolvido por Freud, já no projeto de psicologia científica, é também definido como o retorno a traços mnêmicos de satisfação.

O desejo é sempre um retorno a algo que deixou um traço. Esse traço precisa ser repetido para que o desejo se realize.

O desenvolvimento mais forte da noção do desejo vai se dar no texto de 1900, “A interpretação dos sonhos”, onde o pai da psicanálise afirma que o sonho é uma realização alucinada de um desejo, que é sexual na sua origem. No entanto, que se liga com um desejo pré-consciente para produzir essa regressão, como por exemplo no sonho.

O desejo é o desejo de voltar a desejos infantis. No sonho, ele nunca aparece de forma transparente, mas alucinada.

Por isso o sonhador não reconhece o conteúdo latente e nem os desejos que estão sendo realizados ali. Na visão da psicanálise de Freud, o desejo também tem a característica de um pesar.

Ele não encontra, jamais, uma satisfação possível na consumação do objeto. Portanto, o desejo é sempre por algo insuficiente, ou seja, aquilo que falta.

 

3.2 – Objeto de desejo x prazer

Assim sendo, ao possuir o objeto desejado, é possível que essa busca seja cessada. Pois, o desejo só perdura por não atingir seu alvo.

Impõe-se uma nova forma de prazer que não se iguala ao princípio do prazer: o prazer de desejar, a tensão do anseio. Freud então nomeia o desejo com aquilo que impulsiona o trabalho psíquico, como seu motor mais intrínseco.

A matriz do desejo é a experiência da satisfação. Portanto, desejo em psicanálise é a necessidade de tornar a experimentar a vivência de satisfação registrada na memória do bebê – inicialmente com um primeiro objeto externo (a mãe) e mais tarde com o objeto desejado.

As vivências atuais de satisfação irão criando cada vez mais novos desejos. Inicialmente os desejos que buscam a satisfação têm que ver com a autoconservação, no caso da fome, a nutrição. Logo o bebê descobre que mamar é prazeroso e surgem as pulsões sexuais.

 

3.3 – Formação do ego

O corpo, através de suas sensações, na relação com o objeto externo, vai determinando uma história que culminará com a formação do ego. O desejo organiza o prazer (significado de prazer) em torno de ficções representacionais que impossibilitam a descarga – visto que estas abrem o sulco da separação inevitável com o objeto.

Os objetos de seu querer são enganosos e causam mais dores que alegrias.

 

3.4 – Necessidade versus desejo e prazer 

A diferença entre necessidade e desejo é que a primeira encontra sua satisfação no objeto adequado enquanto a segunda margeia um impossível. Para Freud, é um dos polos do conflito defensivo.

O desejo inconsciente tende a realizar-se restabelecendo os sinais ligados às primeiras vivências. A definição mais elaborada refere-se à vivência de satisfação. Desejo é então o reaparecimento desta percepção. Isto será a “realização de desejo”.

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Já Lacan (1901-1981) define o desejo humano de forma antropológica: não só desejamos o que o outro deseja, com também é no campo do Outro que nosso desejo se organiza.

A psicanálise diferencia o conceito de prazer do conceito de gozo. Lacan se apoia no “além do princípio do prazer” em suas primeiras elaborações relativas ao gozo.

Segundo Lacan, desejo não é só a falta do objeto, é o próprio projeto de produção que leva à falta desse objeto. Ou seja, essa falta é produzida e não determinada.

 

3.5 – O processo do desejo – Lacan

Lacan traz para a psicanálise mais aprofundamento dessa noção ao falar do desejo como um processo que passa por momentos de alienação. Ele está projetado no outro.

Ou seja, o desejo humano é o desejo do outro. Lacan recoloca a noção freudiana de desejo no primeiro plano da teoria analítica.  O desejo para ele nasce da defasagem entre a necessidade e a demanda.

 

4 – O prazer como decorrência da Libido, da Pulsão e do Gozo

São termos correlatos que podem fazer a conexão dos conceitos psicanalíticos que motivaram este trabalho.

Freud hipotetizou a existência de uma energia biológica sexual no corpo, que ele chamou de libido. Seria algo capaz de aumentar, diminuir, deslocar-se e descarregar-se. E, que se prolonga sobre a lembrança de uma ideia, como uma carga elétrica sobre a superfície do corpo.

 

4.1 – A libido

A palavra libido significa, em latim, “desejo”, mas a libido é muito mais que isso. Com a introdução desse vocábulo, Freud constrói sua teoria da sexualidade.

A libido é energia como manifestação da pulsão. Para Freud, a saúde consiste em poder amar e trabalhar, ou seja, na possibilidade de voltar essa libido para aquilo externo ao ego e ao corpo. A doença é sempre a retração da libido.

Conforme o passar dos anos, Freud e seus seguidores diluíram esse conceito, reduzindo a libido a não mais que uma energia ou ideia psicológica. As observações clínica de Wilhelm Reich, entretanto, demonstravam que a energia sexual era mais que só uma ideia, e que a satisfação sexual suavizava sintomas neuróticos.

Descobriu que a função do orgasmo é manter um equilíbrio energético, descarregando o excesso de energia biológica. Essa revolucionária teoria isola Reich no mundo psicanalítico, pois indicava que a libido era uma energia física real, que poderia ser medida quantitativamente.

A libido, aliás, foi o início de todas as investigações de Reich.

A força psíquica que busca a satisfação chama-se pulsão. “Mas além de buscadoras e inquietantes, as pulsões são conservadoras.

 

4.2 – A pulsão

Tendem a repetir as vivências de satisfação anteriores (pulsões libidinais ou de vida) ou a retornar ao estado original prévio à vida, inorgânico (pulsão de morte) “ (VALLS,1997, p.70 ). A pulsão pode ser descrita como a máquina de nossa vida.

Não é uma força ou um estímulo variável ou sazonal, mas sim uma força constante, interna e ininterrupta. Essa força constante – sempre às voltas com a satisfação – nos traz uma problemática importante, relacionada à resposta de cada um de nós, a maneira como lidamos com ela. Isso porque somos levados a responder essa pulsão, dada sua constância. Não temos como fugir.

Por meio da pulsão algo se satisfaz, sem que necessariamente isto também coincida com o prazer.

 

4.2.1 – Satisfação como meta de prazer

A sexualidade humana não está baseada em instintos, como nos animais, e sim em pulsão. A pulsão também não encontra o objeto, que é perdido. Sua meta é a satisfação.

A pulsão se encontra entre o somático e o psíquico, algo que faz a ponte entre o corpo e o aparelho psíquico. É um conceito e não tem uma realização clínica.

 

4.3 – O gozo

No desenvolvimento do conceito de gozo, Freud indica que especialmente a partir da repetição e, mais exatamente, da compulsão à repetição são algumas circunstâncias que formam a base do conceito de gozo (imprescindível para a clínica psicanalítica na atualidade), que será mais bem demarcado após Freud, pelo psicanalista Jaques Lacan.

Na obra freudiana a noção de gozo jamais foi elevada à categoria de conceito. Incontestavelmente, devemos a Lacan grande avanço nessa questão. No entanto; embora não tenha chegado a conceituar o gozo, Freud delimitou seu campo, situando-o como o mais-além do princípio do prazer.

O uso comum do vocábulo gozo faz dele sinônimo do prazer. Lacan se opõe a essa ideia e o considera tanto um excesso insuportável de prazer, como uma manifestação no corpo que traga sofrimento.

 

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4.3.1 – “Campo do gozo”

Esse conceito foi direcionador para a clínica contemporânea. Lacan aborda o gozo com um campo, o “campo do gozo”. Esse campo engloba diversos conceitos psicanalíticos que se relacionam e que definem um conceito crucial na clínica psicanalítica.

O conceito na forma abordado por Lacan, é um dos mais inovadores e conhecidos do psicanalista francês. Ele nasce com a ideia da inacessibilidade. O gozo só pode ser obtido na escala invertida na lei do desejo.

O chiste exemplifica o gozo. A tentativa de retornar ao gozo através do outro. Não conseguimos rir de uma piada novamente, então contamos ao outro para através dele retornarmos ao estado inicial do gozo.

 

4.4 – O gozo e a pulsão

O gozo se coloca na trilha de algo que se satisfaz na pulsão, não necessariamente prazeroso. Gozo é objetificação. Isso que Lacan vai nos mostrar e torna-se crucial para a clínica: o sujeito muitas vezes ocupa a posição de objeto.

“O gozo é aquilo que começa na cosquinha e termina com o corpo tomado em labaredas” (Lacan, 1969-1970/1992, p. 68). Isso nos indica essa distinção entre o prazer e a satisfação.

O gozo começando de maneira lúdica que vai crescendo e se encorpando. Essa é uma sensação de prazer, uma satisfação mórbida. Tem a ver com materialidade e não se transmuta facilmente.

Voltando a Freud, que caracteriza o gozo como inércia psíquica, satisfação e prazer são duas forças distintas, apesar de em nossa linguagem coloquial serem duas forças que se misturam.

 

5 – Conclusão de “Prazer: significado em Psicanálise”

O título do trabalho foi uma tentativa de relacionar dois conceitos que parecem tão afins, de acordo com o uso coloquial na língua portuguesa: o desejo e o prazer. Isso seria sua realização. Imaginávamos que nosso desejo ia buscar o prazer, mas hoje, sabemos que o desejo vai buscar o objeto, não o prazer. O desejo não obedece necessariamente à mecânica do prazer.

Nos principais autores estudados para este trabalho, apesar de algumas divergências teóricas no desenvolvimento de seus pensamentos, há consensos relacionados aos termos em questão.

O prazer não é a busca do desejo, não é sinônimo de gozo.

É apenas o objetivo de nossa atividade psíquica. Nossos atos são determinados pelo prazer, de forma a evitar o desprazer.

 

5.1 – Desejo, satisfação e Prazer

O desejo introduz uma nova forma de satisfação – o cumprimento, a realização – que não coincide com o prazer entendido como redução da tensão, porque não implica a diminuição da excitação e nem conduz à descarga.

Embora o desejo desestruture o equilíbrio orgânico vinculado à redução da quantidade e imponha uma nova forma de prazer – que não se iguala ao princípio do prazer – a verdadeira quebra do princípio do prazer é introduzida com o conceito de pulsão.

O princípio do prazer é o prazer como pura queda, liberação clara, ao passo que Freud prefere nomear o desejo como aquilo que impulsiona o trabalho psíquico. Assim como o seu motor mais intrínseco.

Tentamos compreender esses conceitos e suas relações. Freud dizia que só não podemos compreender os instintos, as fantasias sexuais e os afetos.  Já segundo Reich, as repressões são tão cruéis e violentas que faz o homem ter medo da vida dentro de si.

 

5.2 – Prazer: motriz do id

A tentativa de resumir tais conceitos de diferentes autores: o prazer nos move, é a força motriz do id. A pulsão é a máquina constante que impulsiona nossas vidas. As razões impulsionadoras são questões do prazer e nem sempre buscam o bem ou visam como ter prazer, por exemplo.

Libido é a manifestação dessa pulsão sexual e o Gozo é uma satisfação mórbida.

Desejar é se encontrar como ser humano.

 

6 – Referências bibliográficas

FREUD, S. As pulsões e suas vicissitudes. In: Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996, vol. XIV.

FREUD, S. Além do princípio do prazer. In: Obras psicológicas completas: Rio de Janeiro: Edição Standard Brasileira, 1996.

LACAN, J. O Seminário, livro 6: O desejo e sua interpretação. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2016.

LACAN, J. O Seminário, livro 17: O avesso da psicanálise. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1992.

ONS, S. Tudo o que você precisa saber sobre psicanálise. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2018.

REICH, W.  A função do orgasmo. Brasília: Editora Brasiliense, 2004.

REICH, W. A Revolução Sexual. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1969.

VALLS, JL. Diccionario Freudiano. Espanha: Editora Julian Yebennes, 1995.

Este material sobre Prazer: significado em Psicanálise foi escrito por Fernando Goldenberg , concluinte do nosso Curso de Formação em Psicanálise Clínica.

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